- Sinta-se uma bola. Seja a bola. E levante a patinha.
Agora, para o outro lado:
- Não importa que seus membros pareçam estar todos fora do lugar.
Aí eu fiquei pensado como seriam os nomes de Esmaltes inspirados em uma coisa que brasileira adora: NOVELA! Dá pra fazer infinitos, pensei em alguns aí:
1- Gêmea Boa (poderia ter o Gêmea Ruim tbm)
2- Pescador Parrudo
3- Na Chón
4- Quenga Perpétua
5- Pastel da Jura
6- Mezenga Berdinazzi
7- Eu-Te-Amo-Dara
8- Helena (esse pode ter qualquer cor :P)
Se alguém tiver novas ideias, aceito sugestões!
Até que li alguns legais, mas tem uns muito meia-boca, que só confirmam o quanto as estrangeiras pintam mal a unha e sempre deixam um trolhão de cutícula.
Mas sério, me impressionou a quantidade. Tem gente que tem tempo nesse mundo, né? Eu mal e mal consigo fazer as minhas semana sim, semana não... Imagina fazer quase todo dia! =o.O=
Ele é bem discreto, cinzinha, mas quando você sai no sol TODOS OS BRILHINHOS DO MUNDO pululam. É fofíssimo. Fora que combina com tudo por ser clarinho. Já virou um favorito!
Nível do montador:
1) Protozoário: 4 peças, Cabeção da Hello Kitty
2) Primeiras sinapses: 24 peças, Um Pequeno Pônei de Cada Cor
3) Iniciante: 100-200 peças, qualquer um da Grow que seja colorido
4) Mediano: 500 a 2000 peças, Sapateira da Imelda Marcos
5) Avançado: 5 mil peças, Montanha Azul refletida no Lago Azul num dia de Céu Azul
6) Profissional: 10 mil peças, Bololô de Gatos na Colcha Patchwork (cuidado, alcançar esse nível pode provocar tontura)
7) Mestre Montador: 25 mil peças, Urso Polar no Campo Nevado com a Pata sobre o Nariz
Eu estou em algum lugar entre o mediano e o avançado, mas pretendo melhorar. O que me impede de treinar, além da falta de tempo, é a falta de espaço pra colocar um quebra-cabeça tão grande :P
No dia q eu tiver meu próprio grande prêmio, os troféus vão ser muito mais legais. Em forma de hipopótamo, com uma florzinha atrás da orelha, banhados em ouro rosa.
"Foi a Mão de Deus."
Maradona morreu de inveja.
PS: Não duvido que deve ter rolado muita conversa do tipo "Gente, precisamos eleger um papa do 3º mundo. Vamos votar no brasileiro." "Ah, aquele de Buenos Aires, né?".
Isso, fora os todos os artigos e os trabalhos que tem de fazer. Mas anfã, só mais um semestre, só mais um semestre! =o.O=
Eu não manjo nada de impressoras, mas essa Epson Home Expression XP-100 é pequenininha, imprime, copia e escaneia e o preço dos cartuchos individuais aqui na Austrália é bem barato. Pra usar só pra coisinhas de casa e da aula, acho que foi uma ótima escolha!
E eu não fui a única que gostou, como vocês podem verificar na foto abaixo...
- Primeiro você senta aqui, né?
- Depois tem de usar o papel higiênico.
- E pra terminar, lava as mãozinhas.
- Viu como eu sou um gato esperto?
- Vi, Pitt. Só precisa aprender a não jogar areia pra fora.
Acho que o que eu mais gostei no filme é que ele serve quase que como um "James Bond - A Origem", colocando na roda personagens do universo clássico do agente secreto. Junto a um roteiro muito bem amarrado com cenas de ação ótimas e um bocadinho de drama, ficou genial.
Meu favorito foi o novo Q, interpretado por Ben Whishaw. Eu o conhecia como o assassino louco de "Perfume", e o IMDB acabou de me dizer que ele também está em A Viagem (o filme, não a novela, por favor). Ele faz um tipinho nerdinho fofo demais, quase que um Leonard de Big Bang Theory, só que bonitinho.
Me diverti bem mais nesse filme do que em Argo. Mas anfã, Skyfall não é sério, Argo é. Por isso que um não ganha Oscar e o outro sim. Pelo menos premiaram a música da Adele que abre o filme. Não sou muito fã dela, mas o estilo dela combina direitinho com o estilo das aberturas dos filmes do Bond. Aliás, a abertura desse conta MUITA coisa sobre o enredo. Acredito que quem assiste pela segunda vez reconhece todos os elementos que são mostrados naquele clipe viajandão.
E eu quero um botão vermelho no meu carro também :P
O nome do filme, pra quem não viu, eu também não vou explicar. É simples, mas não tem como descobrir o que é antes da solução aparecer. E aí outras cenas começam a fazer sentido.
Quem não viu deve ver sem medo, não tem como 'boiar' mesmo que você não conheça nada de James Bond. E o Daniel Craig, mesmo todo estuporado, manda bem pra caramba. E sim, ele está pronto pro serviço, M.
Pois Argo tem uma história tão bizonha, tão absurda e tão sem noção que, se fizessem um filme de ficção, seria ruim demais. O problema é que Argo é uma história real. E aí tudo muda. O 'Projeto Argo', que aconteceu em 1981, ficou lacrado como arquivo confidencial até 1997. Só quando o Bill Clinton liberou esse arquivo que as pessoas ficaram sabendo o que aconteceu. Em resumo, durante uma revolta no Irã em 1980, parte dos funcionários da embaixada dos EUA no país foi feita refém dentro do prédio. Outros 6 conseguiram escapar por uma porta dos fundos e se esconderam na casa do embaixador do Canadá. E o filme conta as tentativas de resgatar esses 6.
A situação era complicada porque se essas pessoas saíssem na rua, poderiam ser mortas. Se o governo iraniano ficasse sabendo que elas estavam na casa do embaixador, o problema com os EUA ia se estender para o Canadá também e o conflito ia tomar proporções gigantescas. Essas pessoas precisavam sair de lá incógnitas. A solução da CIA, após estudar várias possibilidades, foi inventar uma história que uma equipe de filmagem canadense pretendia filmar no Irã uma história de ficção científica, e os reféns teriam de fingir ser parte da equipe. Para isso, a CIA entrou em contato com empresas de Hollywood e criou toda uma empresa falsa (com escritório de verdade, produtor de verdade, efeitos especiais e direito até a coletiva de imprensa com leitura do roteiro) para dar credibilidade à balela toda. Argo é nome do filme, que ganha poster, comercial, tem storyboard e tudo. Suuuper boa ideia, não acham? Finjam que são uma empresa canadense filmando no Irã e simplesmente passeiem pela cidade e voltem de avião!
Que nasceu naquela época ou conhece um pouco de história sabe como o filme termina. Ele é TENSO. Por mais que o pessoal de Hollywood e da CIA faça piadas com o plano mais sem-noção que eles já bolaram, tem sempre aquele gostinho amargo e aquela voz de fundo dizendo "Isso não vai prestar". Mas não chega a ser um thriller psicológico, longe disso. É só aquela agonia de saber que o fim provavelmente será ruim e ainda assim você tenta se apegar numa esperancinha ridícula.
De maneira geral, o filme é excelente em recriar o ambiente da época, o figurino, cenários e diálogos. As atuações também são muito boas. O único fraquinho, na minha opinião, é o próprio Ben Affleck (que dirigiu o filme e faz o agente responsável pela operação). Achei que ele tava com cara de Adam Sandler o filme todo e isso me incomodou. Mas os outros são muito bons. E as últimas cenas te deixam com a respiração presa até o fim.
A trilha sonora é muito sutil - não chama a atenção mas também não toca fora de hora nunca. A filmagem parece de filme mais velho mesmo, pra combinar com a época. E a parte histórica é bem amarradinha, e mesmo as pessoas que não fazem a mínima ideia do que foi a crise dos reféns no irã vai entender bem o que aconteceu e até entender porque existe essa birra com o país até hoje.
Não vi todos os indicados ao oscar desse ano, e não sei se diria que esse foi o melhor filme do ano. Mas sem dúvida é um filmão, com uma história bem contada, sem exagerar na mão pesada das cenas de guerra. Com certeza vale a pena ver.
Dei uma olhada na origem de tráfego do site e um bom pessoal veio parar aqui por causa do post de ontem. "Hugh Jackman ajudando atriz que caiu" foi uma busca bem popular. Entre as bizonheiras, alguém chegou aqui buscando "como não ser um astronauta na neve".
Mas a busca infalível pra vir ao Plá da Pá é, desde 2010, "pedras empilhadas". Sempre cai num dos posts da viagem à Inglaterra. Pô, eu sei que Stonehenge é uma palavrinha difícil de escrever, mas acho que os celtas, druidas ou ETs que construíram aquilo lá ficam bem chateados quando o povo chama só de "pedras empilhadas".
Mas Meryl Streep é humana e provou isso no Oscar com o momento mais Ato Falho da noite: uma discretcheeennnhaa arrumada nas roupas de baixo. É triste, mas até a calcinha da Dama de Ferro entala.

Claro que sempre haverá aqueles para argumentar que a Meryl Streep é tão poderosa que pode fazer tudo o que quiser. Dirão que ato falho mesmo foi a Jennifer Lawrence não saber andar de vestidão e se esborrachar na escadinha do palco. O sapato salto 15 também não ajudou muito.

Mas sinceramente, se fosse pra ter a reação abaixo, quem não cairia? HUGH JACKMAN E BRADLEY COOPER correndo na sua direção pra te socorrer? Dá vontade de cair como uma jaca madura até no meio da 25 de março. :P

Só pra constar: na entrevista pós-Oscar, os repórteres começaram a gritar "cuidado com a escada" para a atriz quando ela foi bater fotos. Ela retribuiu mostrando um singelo dedo do meio. O glamour já tinha ido pras cucuias mesmo.
Não pude ver a cerimônia toda, porque tive aula bem no horário. Mas achei as premiações, de maneira geral, bem justas e previsíveis. Devo ver Argo essa semana, e aí faço uma crítica completa sobre o filme. Já estava curiosa, e agora ainda mais!

Cheguei primeiro, sem hora marcada, e mesmo assim fui atendida muito bem por uma vendedora e pela própria dona da loja. Ela me explicou que eles trabalhavam com vestidos do estilista Henry Roth, responsável pelo Project Runway Australia. Deu aquele friozinho e já pensei "por isso que os vestidos são bonitos... Devem custar o olho da cara." Ela perguntou que estilo eu gostava, apontou onde eles estavam, mas me deixou livre pra olhar a loja toda. Ela não me perguntou qual o meu orçamento, só comentou que o preço estava nas etiquetas.
E qual não foi a minha surpresa quando o primeiro vestido q eu peguei custava menos que um aluguel no Brasil! Olhei o do lado, e o outro... E vi que a maioria deles estava nessa faixa. "Estamos com preços promocionais porque é semana dos namorados. O designer falou que era pra dar desconto pra quem confirmasse compra essa semana. Vale pra todos os modelos e tamanhos", ela disse.
Quase chorei de ouvir isso e sentir aqueles vestidos de renda macia e tecido bom. Escolhi uns 8 diferentes e comecei a provar, com minha colega pacientemente tirando foto de todos os que eu achava legais. Por acaso, o da foto que me chamou a atenção nem ficou tão legal assim. Amei um todo de renda, um sereia e um mais pufoso, nessa ordem, e voltei pra casa feliz da vida, pensando q talvez tivesse achado o vestido.
Mas eu não conseguia me decidir. Eu gostei mais do de renda, minha mãe do sereia, a Nina do pufoso. O que eu mais gostei parecia meio murchinho nas fotos, e um que eu nem tinha dado bola parecia lindo. E agora? Comprava um que me deixava linda na hora, ou um que iria ser divino nas fotos?
Apesar de não ter obrigação nenhuma de comprar naquela loja, a ideia do desconto era muito atraente. Perguntei pro Clinton o que ele achava: se eu ia no que tinha gostado mais (sem dizer pra ele como era), ou se voltava a Sydney pra procurar mais. E ele me disse uma coisa muito prática: "cada vez q vamos a Sydney, eu gasto 100 dólares de gasolina. Se você ainda vai pesquisar, escolher, encomendar e fazer ajuste, são pelo menos mais 3 ou 4 viagens, então o vestido vai sair no mínimo 300 ou 400 dólares mais caro que o preço da etiqueta. Não é melhor investir esse dinheiro em algo que você já gostou e está do lado de casa?"
Decidi então comprar um dos que gostei mais. Mas qual, ó dúvida? Foi quando abri o facebook e tinha uma mensagem da dona da loja para todas as noivas que tinham ido lá naquela semana. "Recebemos um modelo novo hoje à tarde. Segue a foto, vamos adorar que vocês venham provar." Abri a foto, e deu aquele estralo. Era um vestido lindo, com tafetá e organza, num meio termo entre uma fada e uma princesa. Liguei pra lá e marquei uma hora pra provar no dia seguinte.
O Clinton me deixou na loja, e logo fui vestir o vestido novo. No provador, só de segurar, já deu aquela alegria: o tecido era uma delícia, e se no cabide sem forma ele já era lindo, imagina no corpo! E quando a moça colocou ele em mim, deu aquela felicidade que nem nos reality shows de vestido de noiva. "É esse, ele é lindo!"
Saí do provador e todo mundo na loja parou pra olhar, porque era bonito mesmo. Aí, ela trouxe o de renda que eu tinha gostado no outro dia pra eu vestir de novo, só pra ter certeza. Eu coloquei, achei bonito, mas ainda gostei mais do novo. Fizemos uma votação rápida entre as clientes e deu empate (só pra ajudar :P). Mas o novo era realmente o que eu queria. Falei que tinha certeza, e aí a breguice foi geral, com a dona da loja no maior estilo "O Vestido ideal".
- Is it a Yes for the Dress?
- Yes, it's yes for the dress.
- LADIES, WE HAVE A YES HERE!
E todo mundo na loja, vendedoras, clientes, mãe de cliente, todo mundo começou a bater palmas, a me abraçar e a me dar parabéns. Foi muito engraçado, mas admito que foi meio bizarro. E assim que eu larguei o rendado, uma das moças que tinha votado nele antes pegou pra provar. "Ai, é muito lindo! Se você não quer, eu quero!"
Tirei as medidas e ela fez a encomenda do vestido pra mim. Leva alguns meses pra chegar porque é feito no ateliê do cara em Nova York, mas já estou com data de entrega e tudo. E o preço, com o desconto, estava bem dentro do que eu estava disposta a pagar - e ela ainda fez parcelado sem juros!
Enfim, essa foi a novela toda, e tô sorrindo até agora. Eu gostei, e a mãe e a Nina gostaram. Agora é torcer pro Clinton gostar também, quando vir. E se mais gente gostar, que bom. Mas se não gostarem, beleza. Pelo menos eu vou estar me achando linda =^.^=