18.8.21

Pelo Poder do Prisma Lunar!

Tem dias que a programação de TV ainda supreende. Tipo a final do Hard Quiz de hoje, que tô rindo até agora.

15.8.21

Lockdown 2021

Meu último post foi sobre a vacina, né? Pois bem. Ainda estou esperando a segunda dose, mas estou feliz de estar semi-imunizada, porque essa semana Canberra entrou em lockdown total. A razão: um caso de coronavírus.

Pra muitos pode parecer maluquice fazer um lockdown total por causa de um caso. Mas quando você a qualidade de vida que temos aqui, vale a pena fechar a cidade por alguns dias pra manter. Tem rolado uma campanha forte de vacinação também, embora o australianos sejam meio devagar nesse quesito. Em termos de levar vacina pro país inteiro, o Brasil é menos enrolado. O jeito é ficar em casa e esperar mais uns dias - trabalho de casa, mercado online e coisas assim. Temos sorte de conseguir continuar nossa atividades normalmente, mesmo isoladinhos. (Quem tá feliz é o Pitt, que ganha cafuné extra todo dia.)

Quando falam que 2020 não acabou, tem dias que parece mesmo. E olha que já passou da metade de 2021!

23.7.21

Time AstraZeneca

Uma das coisas que rolou nesse um mês maluco que passou foi que consegui tomar minha vacina da AstraZeneca.
Aqui na Austrália tem duas filas: uma pra marcar hora e tomar vacina da Pfizer (pra quem tem menos de 60 anos) e uma pra marcar e tomar Astrazeneca (acima de 60). Bom, a fila dos menores de 60 tá lotada até fim de agosto e eles só estão liberando pra quem tem mais de 40, no momento. À pessoa aqui, com 39 e meio, só restava esperar e chorar pela demora. Previsão era chegar minha vez em outubro. Enquanto isso, a fila da Astrazeneca com vaga pro dia seguinte.

Até que (bateu uma iluminação e) o Primeiro Ministro falou que quem tinha menos de 40 poderia tomar Astrazeneca se um clínico geral autorizasse. ADIVINHA quem correu pro médico pra conversar sobre vacina? Fui, ela analisou meu histórico e disse que eu estava de boas pra tomar a vacina. Que, por acaso, tinha na clínica dela pro mesmo dia.

Saí de lá vacinada e feliz da vida. Segundo as notícias, 40 mil Australianos tiveram a mesma ideia, e a fila da Astrazeneca continua curtinha em 24h. Ou seja, tem vacina pra dedéu.

Vou tomar a segunda dose antes da previsão da minha primeira Pfizer, e isso pra mim já é uma mega-vitória. Estou na torcida pra que mais gente faça o mesmo, pq quanto mais gente se vacinar, mais rápido essa loucura acaba.

22.7.21

Como pude esquecer? Ou, "A saga do banheiro acabou!"

Nossa senhora, passou um mês e eu não escrevi aqui do fim da saga do banheiro!
Dia 25 de junho o banheiro foi oficialmente terminado, com a instalação dos últimos acabamentos. Foi uma história longa (considerando que achamos o construtor em novembro do ano passado). Tudo por causa de Covid, lockdown e porque o banheiro tava velho mesmo e TUDO precisou ser refeito. Mas tá tão bonitinho!

Dá o maior gosto tomar banho, especialmente agora no inverno, com o aquecedor novo e os azuleijos bem lindos.
Agora, não me perguntem quando vou fazer o próximo cômodo. Quero distância de reforma por um BOM tempo!

13.5.21

A saga do banheiro - parte 5. Agora com cara de banheiro!

O cimento da privada firmou, chegaram as portas do box e todos os metais foram pendurados ao longo do mês passado. Depois, instalaram o armariozinho. Levou um século pra chegar o tampo de pedra, mas chegou. E ontem o encanador conectou os canos do mini-tanque e da máquina de lavar.

Jesus, nem acredito que agora tudo funciona. Faltam só alguns detalhes, como os azuleijos embaixo da janela e a capinha pra cobrir a entrada do cano na parede. Mas já é um banheiro, completamente usável. Estamos há quase 3 meses nessa função, isso porque nosso gerente de obra é organizado. Tenho colegas q levaram mais que isso pra arrumar o banheiro na casa deles.

Está tão "quase" que vou deixar pra colocar a foto quando estiver pronto. A esperança é que seja logo!

7.4.21

A saga do banheiro - parte 4

A novela do banheiro segue. Quando completamos um mês sem privada de verdade e sem chuveiro, uma boa notícia: vieram colocar o silicone do box, e as portas chegariam em poucos dias. Habemus chuveirum! A má notícia é que o armarinho atrasou e vai levar mais uns dias.

Vieram os encanadores pra construir um "troninho". Nosso prédio é tão antigo que as medidas dos canos não são mais padrão, então tiveram de fazer um calço de concreto pra privada ficar em cima e a saída d'água encaixar com o cano do prédio. Então, a privada foi finalmente instalada, mas não podemos usar pq o cimento ainda tá mole. Mais dois dias, tá quase.

Obviamente, a gente colocou as caixas do Spitfire de volta, porque ele tá quase tão cansado quanto a gente. Vamos mudar as caixas depois, pra umas que encaixem melhor, mas por enquanto vão as velhas mesmo. Com sorte, amanhã vão instalar os metais, tipo toalheiro, suporte de papel higiênico, etc. Aí vai ficar com cara de banheiro.

28.3.21

Todo ano, depois das férias

Acontece todo ano. Eu volto de férias e PUFT, minha garganta vai pro espaço, eu fico toda ranhenta e acabada. Acho q o corpo relaxa de tudo e qqr virose toma conta.

Na atual conjuntura, nariz escorrendo, dor de garganta e tosse é motivo pra correr pro posto de saúde e fazer teste, né? Então, ganha um xarope sabor laranja quem adivinhar quem passou o sábado à noite na fila do posto, esperando pra colocar o cotonetão no nariz!

Como esperado, não era Covid (o resultado saiu em 15h). É só minha velha conhecida garganta inflamada. Apesar de ser um saco, foi com certeza o melhor resultado possível.

25.3.21

Cadê o menino Russel?

Gente, eu amo a série Dirigir pra Viver do Netflix. As temporadas 1 e 2 foram perfeitas. Aí assisti à temporada 3 essa semana e... que coisa mais furada.

Se você não viu as corridas e só assitir os episódios da série, vai se divertir. Mas pra quem viu as corridas todas, foi totalmente absurdo eles não terem dedicado nem um segundo às histórias mais marcantes do ano:

- HULKENBACK. Como assim, o cara vem do NADA por três vezes ao longo do ano, no último minuto pra substituir corredores com Covid, marca pontos e ninguém fala nele?
- A despedida da família Williams. Um dos mais tradicionais times da F1 é vendido, todo mundo chora pela saída da Claire Williamse... nem tchuns.
- Menino Russel arrasando na Mercedes. Ele quase ganha a corrida e ninguém fala da loucura que foi o Russel substituir o Hamilton. Necas.

Isso sem falar de outras histórias que totalmente valeriam a pena, como as escuderias fazendo respiradores ou a Honda largando a Red Bull.

Foi divertido. Ainda vale a pena assistir, e o episódio do Grosjean e do Perez é lindo. Mas essa temporada é muito, muito fraquinha em termos de mostrar o que foi a F1 em 2020.

14.3.21

A saga do banheiro - parte 3

Filmes famosos e milionários têm trilogias, né? Pois eu não sou famosa nem milionária, então a Saga do Banheiro ainda vai se arrastar além de três partes.
Começaram a colocar os azulejos (finalmente). Agora tenho o chão e uma parede pequena no canto, além de um furdunço sem tamanho no meio por causa dos equipamentos. Mas tudo bem, tá avançando.

Não vai ficar pronto antes das férias, o que é uma pena. Mas sei lá, dar uma pausa nessa loucura e ter um banheiro pra ir toda noite, mesmo que de hotel, vai dar realmente uma sensação de férias!

(Dessa vez não tem foto porque a zona é tanta dentro do banheiro que mal se vê qualquer coisa lá dentro.)

11.3.21

A saga do banheiro - parte 2

Os canos foram instalados! Porém agora que começou a parte de impermeabilização, tiveram de tirar a porcelana do bacio e, na sinceridade, isso torna a vida bem mais difícil.

A gente tem se virado porque uma vizinha deixa a gente usar a casa dela, e além disso, volta e meia vamos comer fora em lugares com banheiro. Mas é bem chato. São no total quatro camas de impermeabilização (duas embaixo e duas em cima do cimento), então vai um booommm tempo só nesse processo chato.

Nesse meio tempo, estourou uma adutora perto de casa e os vizinhos acharam que a culpa da água barrenta era nossa. Custou pra explicar q focinho de porco não é tomada, mas acabamos todos nos entendendo.

Próximo passo são os azulejos. Enquanto isso, as peças novas (pia, chuveiro) estão todos amontoados no meu escritório. Meu home office temmais coisa de banheiro do que o próprio banheiro, tomara que isso não demore a mudar!

23.2.21

A saga do banheiro - Parte 1

O prédio onde eu moro é bem velhinho. Uns tempos atrás a torneira começou a pingar, e eu troquei. Aí uns azulejos caíram da parede. Colei de volta. O chão do box, que é branco começou a manchar, e nem kiboa dá conta. Aí a privada começou a manchar também, e a caixa começou a vazar. Passei a fechar o registro de noite, mas o registro é velhíssimo e também estava vazando.

Foi nessa hora (Dezembro de 2020) que resolvemos botar tudo abaixo e reformar o banheiro. Foi um processo de muitas descobertas:
1) Meu deus, como é caro. Tipo, mito, MUITO caro.
2) Metade dos pedreiros/encanadores de Camberra não atende em apartamento.
3) Dos que atendem, 70% mandaram orçamentos como se eu fosse Bill Gates. Ou disseram que só teriam disponibilidade depois de abril.

Depois de muita pesquisa, achamos um que não cobrava os dois rins (apenas um) e podia começar agora em fevereiro. A obra começou na quinta passada com a remoção de amianto, seguida por uma sessão de demolição na segunda.

Obviamente o processo incluiu muitas reclamações dos vizinhos por causa do barulho. Também reclamaram que tinha "muitas picapes no estacionamento". Gente, e por acaso eles acham que EU gosto do barulho? Se fosse possível demolir um banheiro em silêncio, claro que eu teria escolhido essa opção. Ainda mais trabalhando de casa e tentando escrever com esse BAM-BAM-BAM de fundo!

Essa foto é como o banheiro ficou depois do dia 2. Eles conseguiram salvar a porcelana da privada durante a demolição, então teos uma "latrina" que funciona com balde por mais um ou dois dias. Chuveiro foi embora. Pia, agora só a da cozinha. E o elemento que causou mais discórdia - a caixinha do Spitfire foi pra cozinha e ele tá fulo.

Os próximos passos são canos, teto e paredes. Depois vêm o chão e os azulejos. Nos desejem boa sorte, essas próximas semanas vão parecer looongas!:D

1.2.21

Filmes de 2020

2020 foi um ano atípico, mas cimentou a tenddência de que assito a filmes mais em avião do que em outros lugares - metade da lista foi assistida durante a viagem da Coreia.

1 - Parasita
2 - Joker
3 - Dois Papas
4 - Klaus
5 - Sunset Boulevard
6 - Partidas
7 - Sociedade dos Poetas Mortos
8 - UglyDolls
9 - Angry Birds 2
10 - Meu Eterno Talvez
11 - Diana em Suas Próprias Palavras
12 - A História de Diana
13 - A Casa Torta
14 - O Golem de Limehouse
15 - Knives Out

Knives Out foi meu favorito. Sim, parasita é ótimo, mas Knives Out é Agatha Christie com turbo e eu AMO um bom mistério de cenário fechado! :D Além disso, foi sensacional ver James Bond fazendo papel de americano e Capitão América fazendo papel de riquinho seboso.

Os filmes da Diana eu vi mais ou menos na mesma época que assisti à nova temporada de The Crown. Engraçado como algo tão fresco na memória já faz parte dos livros de História. O Prícipe William já é mais velho do que ela era quando morreu, isso é muito maluco. Tanto The Crown quanto os filmes são de trincar os grugumilhos, mas são bons.

Em 2020 também reassisti a "Sociedade dos Poetas Mortos". Achei mais lento desta vez, afinal cinema e séries estão com um ritmo cada vez mais acelerado e o referencial muda. Mas continua lindo. O diretor, Peter Weir, é australiano e também famoso por "O Show de Truman". Só filme cabeçudo! Aliás, comecei 2021 assistindo a um dos primeiros filmes dele, "Piquenique na Montanha Misteriosa", cuja história merece um post à parte. Encomendei o livro, assim que terminar posto alguma coisa.

29.1.21

Livros de 2020

Ai, gente, que vergonha. O ano que mais passei tempo em casa foi provavelmente o que li menos desde que aprendi a ler.

1 - Orgulho e Preconceito, de Jane Austin
2 - Mil Salas de Sonho e Medo, de Atiq Rahimi
3 - Point Blanc, de Anthony Horowitz
4 - Chave Mestra, de Anthony Horowitz
5 - O pedido da Governanta, de Michelle Desbordes

Convenhamos que ler um livro chamado "Mil Salas de Sonho e Medo" também não foi a decisão mais esperta durante um ano de pandemia e lockdown, mas buenas... Orgulho e Preconceito foi o melhor do ano, e como li em inglês, saquei muito do porquê o livro é tão amado. Na real, ele é bem engraçado, com os momentos cômicos se desenrolando de maneira bem sutil! Qualquer dia tenho de terminar de ler em português, pra ver se as traduções mantiveram esse ar.

Os livros do Horowitz também são divertidinhos, parte da série Alex Rider (agente secreto adolescente). Totalmente na vibe Harry Potter, Artemis Fowl e companhia. Recomendo, não só pra criançca, mas também pra quem curte ação levinha com tensão bemmmmm suave.

Como em anos anteriores, tenho um caminhão de livros começados e não terminados, vamos ver se engreno com um pouco mais de empenho este ano. Admito que publicar essa listinha fuéin realmente foi o que eu precisava pra focar de novo na leitura.

19.1.21

Acabou o Papel Higiênico

Como primeiro post de 2021, venho anunciar que finalmente acabaram os rolos de papel higiênico comprados quando entrei em quarentena voltando da Coreia do Sul. Isso foi em fevereiro do ano passado (2020). A montanha de papel higiênicou durou incríveis 11 meses!

7.12.20

Eu ainda amo Fórmula 1

Sempre gostei de corridas de Fórmula 1. No começo, era aquele passatempo com meus pais, de subir na cama deles nos domingos de manhã para assistir Ayrton Senna e Nelson Piquet correndo. Sempre fui fã do Senna, eu era muito pequena pra ter assistido às vitórias do Piquet.

Obviamente, teve aquela pausa depois de 1994, como pra qualquer brasileiro fã de F1. Mas aí veio a Era Schumacher, e assistir era de novo muito bom. Tive a oportunidade de ver uma corrida em Interlagos que ele participou, como jornalista. Vi Rubinho arrasando na Granja Vianna, literalmente esbarrei no Montoya, vi Rosberg dançando em cima de uma mesa. Anos depois, estava a cargo de publicar as notícias dos GPs quando o "boy magia da F1" Jenson Button foi campeão - para felicidade das repórteres da madrugada e da manhã.

Quando me mudei pra Austrália, assistir F1 ficou mais complicado, com as corridas todas de noite. Mas ainda via de vez em quando. Mas tinha Mark Webber, herói local. E Daniel Ricciardo, do outro lado do país. Ano passado, deidi que assistiria uma corrida no circuito de novo. Guardei uns dindins e comprei ingressos para o Grande Prêmio de Melbourne, que seria em Março. Abertura do campeonato.

Aqueles que acompanham um mínimo de fórmula 1 sabem que dei com a cara na porta. O GP foi cancelado 24h antes de começar por causa de Covid. Eu já estava em Melbourne, com tickets na mão. Voltamos pra casa sem GP. Nem tudo foi perda - ressarciram o ingresso e fui fazer uma escape room com amigos.

Pode ser um hobby meio besta, mas a corrida na noite passada (GP de Sahkir) foi o exemplo perfeito de por que eu gosto de F1. Teve drama, teve técnica, teve sorte (e muito azar). A cada volta saía um "ai, meu deus" e um "woooowww". Fiquei triste pelo menino Russel. Fiquei feliz pelo moço Perez.

Se tivermos uma vacina, ano que ve vou tentar voltar ao circuito. É um circo, é caro, nem sempre é justo. Mas faz o coraçãozinho acelerar, e são esses momentos ue a gente guarda.

9.3.20

Miojo coreano chique

Uma das cenas que muita gente comenta no filme "Parasita" (que ganhou o Oscar esse ano) é aquela em que a mãe pede pra governanta fazer um "Jappaguri". Fora o fato de que o mundo tá caindo quando a cena acontece, o tal do macarrão é mais uma metáfora do filme pra mostrar a diferença entre classes. A base do prato é um macarrão coreano de pacotinho, mas famílias mais abastadas colocam carne de primeira picadinha na mistura - ou seja, até no miojão os ricos estão melhor que os pobres.

Depois de ter provado o tal do prato no hotel em que fiquei, lá a Coreia do Sul, resolvi tentar fazer em casa. E deu certo! Os ingredientes são:

- 1 pacote de Jappaghetti (sabor original, é um miojo coreano de embalagem verde)
- 1 pacote de Neoguri ('Spicy', embalagem vermelha)
- 1 bife cortado em cubinhos médios (qualquer carne magra serve. No filme ela usa algo mais caro que Mignon ou Wagyu, mas não tem necessidade)
- Manteiga, azeite de oliva

Como preparar:

- Ferve o panelão de água e coloca o Jappaghetti e o Neoguri pra cozinhar. por isso que chama "Jappaguri", é a mistura dos dois macarrões.
- Coloca o pacotinho de tempero Jappaghetti Flakes na água. Também acrescenta meio pacote do Flakes Neoguri (se colocar o pacote todo, fica com gosto de peixe). Deixa cozinhar por uns 5 minutos.
- Enquanto isso, coloca um fio de azeite na frigideira e sapeca os cubinhos. Põe uma colher de manteiga e cobre com tampa.
- Escorra os macarrões, mas separe uma xícara dá água da fervura.
- Põe o macarrão de volta na panela, coloca o saquinho de tempero Jappaghetti "Black bean" e metade (ou 1/4) do Neoguri "Spicy".
- Acrescenta os cubinhos de carne, com o caldinho que ficou da fritura na manteira. Mexe bem pra misturar tudo.
- No fogo bem beixinho, acrescenta aos poucos a água de fervura, só pra fazer um molho bem grosso.

O resultado final é um miojão com molho bem grosso, bem no estilo oriental mesmo. O molho do Neoguri é SUPER MEGA apimentado pra padrões brasileiros, por isso recomendo usar só meio ou um quarto. Ainda assim vai ficar bem potente, mas é gostoso.

No fim, o prato é bem barato e fácil de fazer, e realmente é a carne que afeta o preço (e o sabor) no final. Acabei dando muita risada porque todos os estrangeiros estavam pedindo esse prato no hotel. Todo mundo gostou, é realmente bem saboroso. Só que na real deve ter custado centavos pra equipe do hotel fazer, e nós pagamos preço de hotel pra comer...

Mas poxa, não dava pra não experimentar, né?

9.2.20

Spitfire, essa é de plástico!

Semana passada, eu montei um armarinho de sapatos do Ikea pra colocar no nosso corredor da entrada. Ficou bem bonitinho. Coloquei uma caixinha em cima, pra chaves e miudezas, e um vasinho com umas pedras e dois bonequinhos pra fazer uma graça. Aí coloquei dois espelhinhos e um quadro na parede, os tons combinando e tals, tudo bem bonito.

Quando acabei, vi que faltava um toquezinho de verde perto dos bonequinhos. Pensei em colocar uma plantinha. O problema é que o Pitt tenta roer toda e qualquer planta que a gente traz pra casa. Já dei umas três orquídeas pra minha vizinha, porque o Pitt corre pra tentar comer qqr coisa verde que eu ganhe.

Aí o Ikea teve essa semana uma promoção de plantas artificiais. Acho planta de plástico meio tosco, mas eu queria uma pequenininha, e algo que o Pitt não fosse roer. Fui lá, comprei a plantinha de 1,99 e trouxe pra casa. Coloquei atrás dos bonequinhos e Voilá! Ficou lindo, era bem o que precisava mesmo.

A vida seguiu, fui na feira de livros, voltei pra casa, arrumei o escritório. Foi quando escutei aquele característico barulho de pombo, seguido por um salto. Corri pra sala, e lá estava o Spitfire em cima do armarinho de sapato, onde ele nunca tinha ido antes. Os olhos vidrados na planta de plástico.

"É fake, Pitt. Não dá pra comer." Mas ele nem aí. Deu uma dentada na planta de plástico, e logo percebeu q era falsa. Pensam que ele parou? Que nada! Não engoliu, mas saiu mastigando os galhinhos sei lá por quê, só pra fazer cosquinha na gengiva.

Chispei ele dali. Minha planta fake ainda tá lá, mas o plano de ser à prova de gatos falhou.

Gatos sempre vencem.

21.1.20

Filmes de 2019

Como trabalhei loucamente em 2019, não deu pra renovar a carteirinha do clube de cinema e a número de filmes assistidos caiu um pouco. Mas deu pra ver umas coisas legais, e algumas viagens longas de avião forneceram bem-vindas horas de assistência cinéfila. Segue a lista:

1 - Chumbo Grosso
2 - Legítimo Rei
3 - Bohemian Rhapsody
4 - Duas Rainhas
5 - A Outra
6 - Aquaman
7 - Captain Marvel
8 - Alita Battle Angel
9 - Dumbo (Tim Burton)
10 - Homem Aranha: no Multiverso
11- Yesterday
12 - Tolkien
13 - Detetive Pikachu
14 - Shazam
15 - Ready or Not - O Ritual
16 - A Favorita

Que fique registrado q eu levei 3 viagens de avião pra assistir Aquaman inteiro. Ô, filme comprido e complicado! Não é ruim, mas tem uns 3 filmes dentro de um só.
Dumbo, do Tim Burton, foi uma boa surpresa. Não tenho me empolgado pra ver os remakes da Disney, mas esse é um tanto diferente do original e muito bonito.
E poxa, assisti uma penca de filmes de rainhas e nenhum deles eu diria que é maravilhoso. 'Duas Rainhas' é meio chato, e 'A favorita' eu achei sem final. Boas atrizes, mas esperava mais sabendo que a Olivia Colman levou o Oscar por esse filme. 'A Outra' é legal, mas não chega nem perto do livro da Philippa Gregory.
Os melhores do ano vão pra "Alita" no quesito ação, "Homem Aranha no Multiverso" pra roteiro e "Yesterday" no geral. Nenhum dos filmes desse ano foi no nível "noooosssaaa, marcou minha vida", mas nenhum foi ruim (ok, talvez o 'Ready or not"), então o saldo é bem positivo.

10.1.20

Livros de 2019

Em 2019, deu pra er mais de um livro por mês, o que é ótimo. E descobri uma autora australiana joia, chamada Jane Harper. Se tiverem a oportunidade de ler os livros dela (o melhor é o primeiro), leiam!

1 - Peter Pan, de J.M. Barrie
2 - Dark Tracks, de Philippa Gregory
3 - A Mão e a Luva, de Machado de Assis
4 - O Segredo do Anel, de Kathleen McGowan
5 - Royal Ranger 2 - O Clã das Raposas Vermelhas, de John Flanagan
6 - O Mistério dos Três Quartos, de Sophie Hannah
7 - Contos Fluminenses, de Machado de Assis
8 - O Jardim secreto, de Frances Burnett
9 - Royal Ranger 3 - O Duelo em Araluen, de John Flanagan
10 - A Seca, de Jane Harper
11 - Papel de Parede Amarelo, de Charlotte Perkins Gilman
12 - Força da Natureza, de Jane Harper
13 - O Caso da Vela Torcida, de Edgar Wallace
14 - Perdido, de Jane Harper

Acho que o melhor do ano foi A Seca. Uma história de detetive acontecendo numa área seca da Austrália - co o que está acontecendo no momento por aqui, dá pra imaginar direitinho a história. Papel de Parede Amarelo tbm foi muito legal - uma obra em defesa dos direitos das mulheres e saúde mental publicado em uma época em que falar disso era inimaginável. Infelizmente, muito pertinente nos dias de hoje também.
Ler o Arqueirinho sempre é bom, e essa série nova é divertida. Bem mais fraquinha que a original e bastante previsível, mas ainda assim divertida. O Mistério dos Três Quartos foi uma boa surpresa. É o terceiro livro do Poirot escrito pela Sophie Hannah, autorizado pelos herdeiros da Agatha Christie, e finalmente ela acertou a mão. Depois de dois livros bem maisomeninhos, ela escreveu um que realmente lembra o Poirot original.
Fora esses, tem mais uns tres livros começados que serão devidamente terminados em 2020. Passam os anos mas não passa minha mania de ler um monte de coisa ao mesmo tempo. Feliz 2020!

12.3.19

Gosto de boneca

Se alguém te oferecer uma Coca Zero Pêssego, faça um favor pro seu estômago e recuse.

Sou fã de coca zero, gosto muito de pêssego, mas essa Zero Pêssego consegue ter um gosto mais artificial do que o morango do Bactrin. O cheiro é idêntico ao da boneca Pesseguinho (amiga da moranguinho) que eu tinha na década de 80. O gosto arrisco dizer que também, mas nunca mordi minha boneca pra ter certeza.É bem horrível.

Quando lançaram, estavam vendendo 6 latinhas a $8 no mercado. Agora estão vendendo a 2L por $1,60. Veja só.