Como o Trump faz isso toda semana?
Hoje eu demiti uma pessoa. Posso dizer que foi por justa causa - quebrou várias vezes alguns protocolos de trabalho previamente acertados.
Então, deveria ser algo simples e racional. Mas não é. Especialmente quando a pessoa começa a chorar. Dá vontade de dizer 'ok, ok, deixa pra lá'.
Mas se todo mundo deixar pra lá e relevar todos os erros, a pessoa nunca aprende a fazer certo, né?
Mas só sei que é uma decisão muito chata de tomar, muito mesmo. :/
3.10.11
18.9.11
15.9.11
Algumas observações sobre a Austrália
Antes das narrações, alguns detalhes engraçados sobre o outro lado do mundo.
Transporte:
- Todos os carros andam do lado errado da pista, e a cada esquina parece que você vai bater em alguém. Também torna muito mais difícil a tarefa de atravessar a rua.
- Ainda em relação a carros, tem trocendos Hyundai, Honda e Subaru. Quase nada de Ford, GM, Renault e Peugeot. Fiat, não vi nenhum.
- Nunca vi tanto carro AZUL CALCINHA na rua. É assustador. Não foram dois, três. Em uma semana, vi uns 40. A-ZUL-CAL-CI-NHA-BI-ZO-NHO.
- Se você pagar uma taxa a mais na hora de licenciar o carro, pode escolher a placa. Segue exemplo:

Bichos:
- Coalas têm pelinho bombril, mas são lindos, fofos e amados.
- Cangurus podem se atrapalhar na hora de entrar na bolsa da mamãe. Vi uma que, em vez da cabeça do filhote pra fora, tinha duas perninhas.
- Os bichos de lá não são bons em atravessar estradas. Infelizmente, vi MUITOS bichos atropelados nas rodovias.
- Tem uns passarinhos preto e branco que miam. Coisa mais fofa.
Dia a dia:
- O clima é igualzinho ao do Brasil. E tem litoral, montanha, deserto, neve...
- A privada do banheiro sempre tem um botãozão dividido em duas partes. Se você fizer o nº1, aperta um deles. Se fizer o nº2, aperta os dois ao mesmo tempo.
- Tentar achar coisas como 'creme de leite' no mercado é uma tarefa hercúlea. Primeiro porque as coisas têm nomes diferentes. Segundo, porque você explica em q vc quer usar o tal produto e eles não fazem ideia do q vc tá falando.
- A comida australiana é sem sal.
- Tem um restaurante de comida asiática a cada 10 metros. Também é sem sal, mas tem pimenta.
- Bananas custam cerca de R$ 30 o quilo!!!!!
- Shoppings só ficam abertos em horário comercial. É a coisa mais chata de lá: você sai do serviço e TEM de ir pra casa, porque tudo tá fechado. Os restaurantes fecham entre 21h30 e 23h, e no domingo fecham ainda mais cedo.
- Tudo tem apelido: posto de gasolina é 'servo' (acho que para 'service station'), café da manhã é 'brekky', jornalista é 'journo'... E todo mundo é 'mate'. Tipo 'mano', em São Paulo.
- Os chocolates Tintan são de outro mundo de gostosos. É como se fossem bolachas calipso siamesas e quadradas.
- As pessoas são simpáticas. Mesmo quando você não está entendendo lhufas do que elas estão dizendo.
Antes das narrações, alguns detalhes engraçados sobre o outro lado do mundo.
Transporte:
- Todos os carros andam do lado errado da pista, e a cada esquina parece que você vai bater em alguém. Também torna muito mais difícil a tarefa de atravessar a rua.
- Ainda em relação a carros, tem trocendos Hyundai, Honda e Subaru. Quase nada de Ford, GM, Renault e Peugeot. Fiat, não vi nenhum.
- Nunca vi tanto carro AZUL CALCINHA na rua. É assustador. Não foram dois, três. Em uma semana, vi uns 40. A-ZUL-CAL-CI-NHA-BI-ZO-NHO.
- Se você pagar uma taxa a mais na hora de licenciar o carro, pode escolher a placa. Segue exemplo:
Bichos:
- Coalas têm pelinho bombril, mas são lindos, fofos e amados.
- Cangurus podem se atrapalhar na hora de entrar na bolsa da mamãe. Vi uma que, em vez da cabeça do filhote pra fora, tinha duas perninhas.
- Os bichos de lá não são bons em atravessar estradas. Infelizmente, vi MUITOS bichos atropelados nas rodovias.
- Tem uns passarinhos preto e branco que miam. Coisa mais fofa.
Dia a dia:
- O clima é igualzinho ao do Brasil. E tem litoral, montanha, deserto, neve...
- A privada do banheiro sempre tem um botãozão dividido em duas partes. Se você fizer o nº1, aperta um deles. Se fizer o nº2, aperta os dois ao mesmo tempo.
- Tentar achar coisas como 'creme de leite' no mercado é uma tarefa hercúlea. Primeiro porque as coisas têm nomes diferentes. Segundo, porque você explica em q vc quer usar o tal produto e eles não fazem ideia do q vc tá falando.
- A comida australiana é sem sal.
- Tem um restaurante de comida asiática a cada 10 metros. Também é sem sal, mas tem pimenta.
- Bananas custam cerca de R$ 30 o quilo!!!!!
- Shoppings só ficam abertos em horário comercial. É a coisa mais chata de lá: você sai do serviço e TEM de ir pra casa, porque tudo tá fechado. Os restaurantes fecham entre 21h30 e 23h, e no domingo fecham ainda mais cedo.
- Tudo tem apelido: posto de gasolina é 'servo' (acho que para 'service station'), café da manhã é 'brekky', jornalista é 'journo'... E todo mundo é 'mate'. Tipo 'mano', em São Paulo.
- Os chocolates Tintan são de outro mundo de gostosos. É como se fossem bolachas calipso siamesas e quadradas.
- As pessoas são simpáticas. Mesmo quando você não está entendendo lhufas do que elas estão dizendo.
1.9.11
Lá e de volta novamente
E cá estou eu de volta após visitar o outrolado do mundo. Lá é bem bonito, muito frio e nem dá pra notar que você está de cabeça pra baixo.
Assim que eu colocar a casa em ordem de novo, conto aqui no blog como foram os passeios. Mas já vou adiantando: EU FIZ CARINHO NUM COALA! =^.^=
E cá estou eu de volta após visitar o outrolado do mundo. Lá é bem bonito, muito frio e nem dá pra notar que você está de cabeça pra baixo.
Assim que eu colocar a casa em ordem de novo, conto aqui no blog como foram os passeios. Mas já vou adiantando: EU FIZ CARINHO NUM COALA! =^.^=
16.8.11
13.8.11
Outra contagem regressiva
Já devem ter reparado que esse é um título recorrente no blog, né?
Mas anfã, só uma semaninha. Uma semaninha e eu coloco mais uma bandeirinha no globo - e dessa vez, lááááá do outro lado.
E a mala já tá quase pronta! =^.^= Vocês também são assim quando vão viajar pra longe? Tipo, começam a fazer a mala duas semanas antes e vão colocando as coisas aos pouquinhos, e fazendo várias listinhas das coisas que ainda tem pra fazer? Tipo, "procurar os cadeados", "comprar meia-calça", "lavar o casaco preto"?
Já devem ter reparado que esse é um título recorrente no blog, né?
Mas anfã, só uma semaninha. Uma semaninha e eu coloco mais uma bandeirinha no globo - e dessa vez, lááááá do outro lado.
E a mala já tá quase pronta! =^.^= Vocês também são assim quando vão viajar pra longe? Tipo, começam a fazer a mala duas semanas antes e vão colocando as coisas aos pouquinhos, e fazendo várias listinhas das coisas que ainda tem pra fazer? Tipo, "procurar os cadeados", "comprar meia-calça", "lavar o casaco preto"?
31.7.11
OMG
A praga do pônei maldito me pegou =-.-=
Porcaria de música, não desgruda nem cantando Bonxi-bom!
Só me resta admitir que a propaganda é genial :P
A praga do pônei maldito me pegou =-.-=
Porcaria de música, não desgruda nem cantando Bonxi-bom!
Só me resta admitir que a propaganda é genial :P
26.7.11
Serviço de Utilidade Pública
Se alguém estiver precisando tirar/renovar passaporte em São Paulo, está levando pelo menos 40 dias para se conseguir um AGENDAMENTO na Polícia Federal. Depois disso, são mais 6 dias úteis para que o passaporte fique pronto.
Claro que há exceções: hoje eu fiz um teste no sistema e tinha vaga para hoje mesmo, no meio da tarde, mas foi um cancelamento q abriu uma vaga de última hora. Tinha uma outra vaga solitária no dia 25 de agosto, e depois, só depois de 7 de setembro.
Portanto, quem vai viajar ou planeja ir para aqueles lugares que exigem passaporte com validade mínima de 6 meses, CORRAM.
Se alguém estiver precisando tirar/renovar passaporte em São Paulo, está levando pelo menos 40 dias para se conseguir um AGENDAMENTO na Polícia Federal. Depois disso, são mais 6 dias úteis para que o passaporte fique pronto.
Claro que há exceções: hoje eu fiz um teste no sistema e tinha vaga para hoje mesmo, no meio da tarde, mas foi um cancelamento q abriu uma vaga de última hora. Tinha uma outra vaga solitária no dia 25 de agosto, e depois, só depois de 7 de setembro.
Portanto, quem vai viajar ou planeja ir para aqueles lugares que exigem passaporte com validade mínima de 6 meses, CORRAM.
24.7.11
Não me conformo
Eu tava TÃO cansada hoje que DORMI na hora do Miss Brasil =-.-= Perdi uma das coisas que eu mais aaaamoooo ver na TV.
Pior que acabei de ver as fotos, e não gostei da menina que ganhou. Acho q não vai ter chance no Miss Universo de setembro. Aliás, achei que tinha misses bem mais bonitas q as 3 primeiras.
Mas enfim, vou esperar pra ver mais fotos amanhã, quem sabe eu esteja enganada. Mas as matérias dizem que a ganhadora foi vaiada... E eu nem vi pra confirmar se merecia mesmo :P
AAAAAHHHHHHHHHH.
Pelo menos dia 12/9 tem Miss Universo =^.^=
Eu tava TÃO cansada hoje que DORMI na hora do Miss Brasil =-.-= Perdi uma das coisas que eu mais aaaamoooo ver na TV.
Pior que acabei de ver as fotos, e não gostei da menina que ganhou. Acho q não vai ter chance no Miss Universo de setembro. Aliás, achei que tinha misses bem mais bonitas q as 3 primeiras.
Mas enfim, vou esperar pra ver mais fotos amanhã, quem sabe eu esteja enganada. Mas as matérias dizem que a ganhadora foi vaiada... E eu nem vi pra confirmar se merecia mesmo :P
AAAAAHHHHHHHHHH.
Pelo menos dia 12/9 tem Miss Universo =^.^=
23.7.11
O tempo perguntou ao tempo quanto tempo o tempo tem
Essa frase fazia parte de uma parlenda (vulgo 'versinho') que tinha num livro que eu gostava muito quando eu era pequena. Era o mesmo que tinha o versinho dos mafagafos e o da aranha que arranha o jarro. Eu lembro bem das figuras do livrinho, mas não do nome, infelizmente.
Se nunca ouviram falar nesse livrinho - o que é bem provável -, talvez já tenham visto um texto que cicula por aí por e-mail e facebook, orkut, etc, dizendo que 'não importa quanto tempo passe. Se você reencontra um amigo de verdade, é como se tempo algum tivesse passado.'
Eu sempre pensei assim. Tenho alguns amigos que vejo uma vez por ano, às vezes mesnos. Mesmo meus amigos mais próximos, por morarmos em uma cidade grande demais, ficamos semanas sem nos encontrarmos. E mesmo assim todos nos gostamos muito.
No fim de semana passado acho que tive uma das provas mais legais de como isso é verdade. Por causa de uma amiga que de vez em quando comenta por aqui. Nós estudamos juntas no segundo grau. Faz tanto tempo que ainda era chamado segundo grau, vejam só. E a última vez que nos vimos foi em 2000, no Floripanime.
Mal tínhamos começado a faculdade. Floripa não tinha sido invadida por prédios. Só existia o Beiramar Shopping. A esquerda não tinha chegado à presidência. Conversávamos por MIrc em conexão discada sobre novidades como Trigun e Lain. As torres gêmeas ainda estavam no lugar, e guerra no oriente médio tinha sido a Irã-Iraque.
11 anos depois, nos reencontramos do mesmo jeito que nos vimos a última vez: em um evento de anime. E foi como se mais de uma década não tivesse passado. O mundo mudou, nossas vidas mudaram, mas conversamos como se tivéssemos acabado de sair da escadaria do Energia. O jeito de rir, de terminar as frases com um tom de voz mais baixo que começou, de fazer um 'O' com a boca quando conta alguma história indignante (quando eu diria 'nossa...') eram os mesmos.
Foi um fim de semana maravilhoso, com amigos de perto, de longe, da família, de sempre. Obrigada a cada uma dessas pessoas que dividiram pizzas, microfones, fotos, cosplays, lembranças, planos futuros e até histórias de batidas de carro. =^.^=
O post todo pode estar soando meio meloso, mas eu realmente estou feliz e queria registrar o quanto é bom pensar que fizemos amigos de verdade. Os que a gente vê sempre, os que a gente vê pouco... Mas amizades de verdade ficam. Que bom que ficam. =^.^=
Essa frase fazia parte de uma parlenda (vulgo 'versinho') que tinha num livro que eu gostava muito quando eu era pequena. Era o mesmo que tinha o versinho dos mafagafos e o da aranha que arranha o jarro. Eu lembro bem das figuras do livrinho, mas não do nome, infelizmente.
Se nunca ouviram falar nesse livrinho - o que é bem provável -, talvez já tenham visto um texto que cicula por aí por e-mail e facebook, orkut, etc, dizendo que 'não importa quanto tempo passe. Se você reencontra um amigo de verdade, é como se tempo algum tivesse passado.'
Eu sempre pensei assim. Tenho alguns amigos que vejo uma vez por ano, às vezes mesnos. Mesmo meus amigos mais próximos, por morarmos em uma cidade grande demais, ficamos semanas sem nos encontrarmos. E mesmo assim todos nos gostamos muito.
No fim de semana passado acho que tive uma das provas mais legais de como isso é verdade. Por causa de uma amiga que de vez em quando comenta por aqui. Nós estudamos juntas no segundo grau. Faz tanto tempo que ainda era chamado segundo grau, vejam só. E a última vez que nos vimos foi em 2000, no Floripanime.
Mal tínhamos começado a faculdade. Floripa não tinha sido invadida por prédios. Só existia o Beiramar Shopping. A esquerda não tinha chegado à presidência. Conversávamos por MIrc em conexão discada sobre novidades como Trigun e Lain. As torres gêmeas ainda estavam no lugar, e guerra no oriente médio tinha sido a Irã-Iraque.
11 anos depois, nos reencontramos do mesmo jeito que nos vimos a última vez: em um evento de anime. E foi como se mais de uma década não tivesse passado. O mundo mudou, nossas vidas mudaram, mas conversamos como se tivéssemos acabado de sair da escadaria do Energia. O jeito de rir, de terminar as frases com um tom de voz mais baixo que começou, de fazer um 'O' com a boca quando conta alguma história indignante (quando eu diria 'nossa...') eram os mesmos.
Foi um fim de semana maravilhoso, com amigos de perto, de longe, da família, de sempre. Obrigada a cada uma dessas pessoas que dividiram pizzas, microfones, fotos, cosplays, lembranças, planos futuros e até histórias de batidas de carro. =^.^=
O post todo pode estar soando meio meloso, mas eu realmente estou feliz e queria registrar o quanto é bom pensar que fizemos amigos de verdade. Os que a gente vê sempre, os que a gente vê pouco... Mas amizades de verdade ficam. Que bom que ficam. =^.^=
18.6.11
Alguém responde 'sim'?
Estou organizando minhas coisas para colocar mais uma bandeirinha ao redor do mundo. Aí, fui pesquisar passagem, hotel, visto, bla-bla-blá.
Pois bem, o formulário do visto tinha quase 40 páginas. Muuuuitas perguntas, muitos pedidos de documentos (em alguns casos - não o meu, graças - até raio-X eles podiam pedir!), mas ok. É a regra do jogo.
Aí tinha lá: 'você está vindo para este país para participar de atividades ilegais, como tráfico de drogas ou terrorismo?'
OOOOIIIIIII????
Alguém responde SIM a esse tipo de pergunta?
Como não sou terrorista nem vou fazer nada ilegal, consegui meu visto. Agora, é só pagar a passagem e conhecer mais um pedacinho do mundo! YAY!
Estou organizando minhas coisas para colocar mais uma bandeirinha ao redor do mundo. Aí, fui pesquisar passagem, hotel, visto, bla-bla-blá.
Pois bem, o formulário do visto tinha quase 40 páginas. Muuuuitas perguntas, muitos pedidos de documentos (em alguns casos - não o meu, graças - até raio-X eles podiam pedir!), mas ok. É a regra do jogo.
Aí tinha lá: 'você está vindo para este país para participar de atividades ilegais, como tráfico de drogas ou terrorismo?'
OOOOIIIIIII????
Alguém responde SIM a esse tipo de pergunta?
Como não sou terrorista nem vou fazer nada ilegal, consegui meu visto. Agora, é só pagar a passagem e conhecer mais um pedacinho do mundo! YAY!
2.6.11
15.5.11
Gostinho de anos 90
Uma das coisas mais legais que eu e a Nina fizemos recentemente foi assistir ao show do Roxette aqui em SP. Lembram? "How do you do, do you do, the things that you do..."
Pois então, a gente foi. Foi caro, tava um frio do capeta, e o lugar era na casa do chapéu (uma hora e meia no busão). Mas foi só a duplinha sueca entrar no palco cantando Dressed for Success que a gente viu q tudo tinha valido a pena. A voz deles é fantástica e os cabelos continuam os mesmos dos CDs dos anos 90!
Teve tooodas as baladihas românticas e algumas animadinhas: Spendind my Time, Joyride, Listen to your heart. Foi muito bom, duas horas de show que fizeram que eu me sentisse com 15 anos de novo.
Uma das coisas mais legais que eu e a Nina fizemos recentemente foi assistir ao show do Roxette aqui em SP. Lembram? "How do you do, do you do, the things that you do..."
Pois então, a gente foi. Foi caro, tava um frio do capeta, e o lugar era na casa do chapéu (uma hora e meia no busão). Mas foi só a duplinha sueca entrar no palco cantando Dressed for Success que a gente viu q tudo tinha valido a pena. A voz deles é fantástica e os cabelos continuam os mesmos dos CDs dos anos 90!
Teve tooodas as baladihas românticas e algumas animadinhas: Spendind my Time, Joyride, Listen to your heart. Foi muito bom, duas horas de show que fizeram que eu me sentisse com 15 anos de novo.
14.5.11
As aventuras da Pá no meio do mato, parte 4 - Azul da cor do.. lago
Mais uma vez, levantamos lá pelas 6h. Comemos sanduíche de mortadela e bolo e pegamos a minivan para ir até as grutas do lago Azul e a de São Miguel.
A gruta do lago azul é o cartão postal de Bonito. Todo mundo dizia que era de um azul inacreditável. Pois então, é mesmo.
A entrada é, pra variar, pelo meio do mato. Mas é uma caminhada rápida, cerca de meia hora. A gente vai descendo pelo meio do mato, entra na caverna, que é cheia de estalactites inacreditáveis (algumas nascem meio de lado) até chegar lá no fundão. E é lá no fundão que está o tal lago azul. Mais azul que a tampa da caneta Bic. Sério, é de ficar besta. Não adianta eu descrever muito, acho q isso é só indo lá e olhando mesmo.

De lá, fomos para a gruta de São Miguel, que é logo mais à frente. Não tem lago, mas tem várias formações rochosas bonitas. Em forma de renda, de pérolas, estalactits, estalagmites... e na entrada tem um casal de araras muito simpático :P demos uma passeada (todos com capacetes, porque existe o risco de umas pedras caírem, e depois fomos para a Estância Mimosa almoçar.
Serviram um almoção de fazenda sensacional. Feijão preto, arroz, farofa, carne assada, queijo branco com goiabada de sobremesa. NEM TAVA BOM. Comemos na varanda, olhando um jacaré que tomava sol bem na nossa frente.
Depois do almoço, o grupo foi fazer a trilha das cachoeiras. mais andança no meio do mato, desta vez procurando as cachoeiras. São cinco, uma mais linda que a outra. Água friiiiiia :P Em uma delas dava até pra saltar do alto de uma pedra para dentro dágua, porque o rio era mais fundo. Foram umas 3 horas de passeio - foi o que menos me chamou a atenção, mas ainda assim foi lindo. E quando voltamos para a estância, tinha um café da tarde nos esperando :P
Muitos bolos e doces. Peguei alguns e estavam ótimos. Pena que o bolo de fubá eu não comi, pq um PAPAGAIO roubou do meu prato. Ele veio todo fofinho, pulou na mesa, deu uam bicadinha. Eu tava achando lindo, até q ele meteu o pé no bolo e saiu voando com ele inteiro. =-.-=
Voltamos de van pro hostel, tomamos um banho e cohilamos uma horinha até a hora de irmos para a fábrica da Taboa - depois de dois dias jantando já, o povo do hostel resolveu ir em massa até a fábrica :P Brincamos de fazer copinhos de argila, depois eles serviram vários sabores da cachaça pro pessoal degustar. Provei alguns - de pouquinho, claro, pq eu tenho noção. Mas teve uma galera q ficou feliiiizzzz :D
Os mais docinhos eram os melhores.
De lá, fomos para o restaurante onde poderíamos jantar com desconto. Pedimos as já tradicionais mandiocas fritas com carne, dividimos uma batata com o povo e demos muita risada com o pobre inglesinho que não conseguia chamar a atenção da americana por nada desse mundo. Depois de um dia em que ficamos super bem alimentados, voltamos para o hostel, porque - adivinhem?- no dia seguinte iríamos voltar cedo pra casa.
E assim foi: no dia seguinte tomamos café e pegamos o ônibus para Campo Grande. Dormi que nem UMA JIBÓIA (pra continuar no assunto :P) a viagem toda, só acordei pra comer um pão de queijo na estrada. E NOSSA, que pão de queijo! o lugar era um muquifinho do lado de um posto, mas o pão de queijo tava sensacional. E depois, aeroporto e vôo pra casa. No total, 10 horas de viagem. Mas valeu o passeio, com certeza!
Mais uma vez, levantamos lá pelas 6h. Comemos sanduíche de mortadela e bolo e pegamos a minivan para ir até as grutas do lago Azul e a de São Miguel.
A gruta do lago azul é o cartão postal de Bonito. Todo mundo dizia que era de um azul inacreditável. Pois então, é mesmo.
A entrada é, pra variar, pelo meio do mato. Mas é uma caminhada rápida, cerca de meia hora. A gente vai descendo pelo meio do mato, entra na caverna, que é cheia de estalactites inacreditáveis (algumas nascem meio de lado) até chegar lá no fundão. E é lá no fundão que está o tal lago azul. Mais azul que a tampa da caneta Bic. Sério, é de ficar besta. Não adianta eu descrever muito, acho q isso é só indo lá e olhando mesmo.
De lá, fomos para a gruta de São Miguel, que é logo mais à frente. Não tem lago, mas tem várias formações rochosas bonitas. Em forma de renda, de pérolas, estalactits, estalagmites... e na entrada tem um casal de araras muito simpático :P demos uma passeada (todos com capacetes, porque existe o risco de umas pedras caírem, e depois fomos para a Estância Mimosa almoçar.
Serviram um almoção de fazenda sensacional. Feijão preto, arroz, farofa, carne assada, queijo branco com goiabada de sobremesa. NEM TAVA BOM. Comemos na varanda, olhando um jacaré que tomava sol bem na nossa frente.
Depois do almoço, o grupo foi fazer a trilha das cachoeiras. mais andança no meio do mato, desta vez procurando as cachoeiras. São cinco, uma mais linda que a outra. Água friiiiiia :P Em uma delas dava até pra saltar do alto de uma pedra para dentro dágua, porque o rio era mais fundo. Foram umas 3 horas de passeio - foi o que menos me chamou a atenção, mas ainda assim foi lindo. E quando voltamos para a estância, tinha um café da tarde nos esperando :P
Muitos bolos e doces. Peguei alguns e estavam ótimos. Pena que o bolo de fubá eu não comi, pq um PAPAGAIO roubou do meu prato. Ele veio todo fofinho, pulou na mesa, deu uam bicadinha. Eu tava achando lindo, até q ele meteu o pé no bolo e saiu voando com ele inteiro. =-.-=
Voltamos de van pro hostel, tomamos um banho e cohilamos uma horinha até a hora de irmos para a fábrica da Taboa - depois de dois dias jantando já, o povo do hostel resolveu ir em massa até a fábrica :P Brincamos de fazer copinhos de argila, depois eles serviram vários sabores da cachaça pro pessoal degustar. Provei alguns - de pouquinho, claro, pq eu tenho noção. Mas teve uma galera q ficou feliiiizzzz :D
Os mais docinhos eram os melhores.
De lá, fomos para o restaurante onde poderíamos jantar com desconto. Pedimos as já tradicionais mandiocas fritas com carne, dividimos uma batata com o povo e demos muita risada com o pobre inglesinho que não conseguia chamar a atenção da americana por nada desse mundo. Depois de um dia em que ficamos super bem alimentados, voltamos para o hostel, porque - adivinhem?- no dia seguinte iríamos voltar cedo pra casa.
E assim foi: no dia seguinte tomamos café e pegamos o ônibus para Campo Grande. Dormi que nem UMA JIBÓIA (pra continuar no assunto :P) a viagem toda, só acordei pra comer um pão de queijo na estrada. E NOSSA, que pão de queijo! o lugar era um muquifinho do lado de um posto, mas o pão de queijo tava sensacional. E depois, aeroporto e vôo pra casa. No total, 10 horas de viagem. Mas valeu o passeio, com certeza!
25.4.11
As Aventuras da Pá no meio do mato, parte 3 - Espada justiceira, dê-me a visão além do alcance!
Acordamos cedo DE NOVO pra pegar a minivan que iria nos levar ao Buraco das Araras. Fomos tomar café, dessa vez com a Jordana e o Namorado (ela chamava ele assim, não descobrimos o nome de verdade), pois eles iriam também. Bolo, suco, lá vamos nós!
Um guia, chamado André, nos acompanhou o dia todo. O tal buraco das Araras é um buraco mesmo: acreditam que havia uma caverna no terreno, que desmoronou e virou um buracão. Nas várias fissuras das paredes, as araras fazem ninhos.
É um lugar não muito grande, com dois mirantes, e um laguinho láááááá no fundo onde moram dois jacarés. Mas tem MUITAS araras e tucanos, passando pertinho. Lindo! Batemos várias fotos e voltamos pra van pra ir pra atração prncipal do dia: o Rio da Prata.
Primeiro, a gente estuda um mapa, depois coloca as roupas de neoprene da Mormai. Caminha uma meia hora pelo meio do mato e chega numa 'piscininha' numa parte calma do rio, onde todo mundo treina nadar com o snorkel. Só então a gente começa a descer o rio de verdade - munidos de câmeras subaquáticas alugadas no hostel.
O Rio da Prata é famoso pela água transparente. Estupidamente transparente. Quando você entra na água de máscara pela primeira vez, é meio chocante... Parece que enxergar embaixo d'água é mais fácil do que fora dela. E muitos, muitos peixes ao seu redor. Dourados, pacus, é lindo. Nunca vi algo desse tipo.
Ficamos nadando por cerca de duas horas. Tem mais um trechinho de caminhada no mato, depois volta pro rio. Eu era uma das primeiras da 'fila' da natação, e na última curva eu e a Jordana (q era a primeira) demos de cara com um peixe gigante nos encarando. Que susto! E o rio nos empurrava pra frente e o peixe não saía de lá! Começamos a nadar pra trás com toda a força, mas o guia precisou nos segurar pra não atropelarmos o tal peixão.
No fim, todo mundo tira a roupa de neoprene e pode nadar perto de uma cachoeirinha pra relaxar as pernas. Então pegamos um carrinho e voltamos para a sede da estância, onde um almoção de comida da fazenda nos esperava. Uma delícia!
Pegamos a van pra voltar pro hostel, onde chegamos em torno de umas 16h. Tomamos um banho e uma soneca, e depois resolvemos visitar o Projeto Jiboia, que era pertinho do hostel. Chegando lá, o Clinton sentiu algo bater nas costas dele, e uma moça começou a gritar: "ai meu deus, ai meu deus! Nas costas dele!". Era uma lagartixa! :D A danada não queria descer de jeito nenhum, acho que ela sabia que estaria mais segura lá do que solta num criadouro de cobras...
O Projeto Jiboia é uma organização criada por um estudioso de cobras pra ensinar as pessoas como lidar com cobras e evitar problemas. Uma moça que esqueci o nome deu a palestra, muito engraçada, e depois a gente podia brincar com uma das jiboias domesticadas que eles tinham lá. Coloquei ela no colo e, querem saber? É um bichinho gostoso, não é gelado nem melequento. Parece um courinho, tipo uma bolsa. Achei legal.
Depois fomos caminhando até o Taboa pra jantar. O Clinton amou mandioca frita, então fomos lá pra pedir outra porção. Dessa vez, com picanha - uma delícia. A Jordana e o Namorado passaram por lá também, e nos falaram de uma lojinha no fim da rua com várias bijuterias de capim dourado. Depois de comer, passamos lá, compramos um brinco pra mim e uma pulseira pra dar de presente.
Na caminhada de volta para o hotel, um cachorro começou a nos seguir. A gente parava, ele parava também. Andávamos, ele seguia. Aí, às vezes virávamos de repente, ele parava, rodava, fingia que não era com ele... e voltava a nos seguir. Mas na esquina do hostel ele desistiu.
Entramos, pensando o que faríamos se ele resolvesse entrar, e fomos dormir. Porque, pra variar, o outro dia começaria cedo.
Acordamos cedo DE NOVO pra pegar a minivan que iria nos levar ao Buraco das Araras. Fomos tomar café, dessa vez com a Jordana e o Namorado (ela chamava ele assim, não descobrimos o nome de verdade), pois eles iriam também. Bolo, suco, lá vamos nós!
Um guia, chamado André, nos acompanhou o dia todo. O tal buraco das Araras é um buraco mesmo: acreditam que havia uma caverna no terreno, que desmoronou e virou um buracão. Nas várias fissuras das paredes, as araras fazem ninhos.
É um lugar não muito grande, com dois mirantes, e um laguinho láááááá no fundo onde moram dois jacarés. Mas tem MUITAS araras e tucanos, passando pertinho. Lindo! Batemos várias fotos e voltamos pra van pra ir pra atração prncipal do dia: o Rio da Prata.
Primeiro, a gente estuda um mapa, depois coloca as roupas de neoprene da Mormai. Caminha uma meia hora pelo meio do mato e chega numa 'piscininha' numa parte calma do rio, onde todo mundo treina nadar com o snorkel. Só então a gente começa a descer o rio de verdade - munidos de câmeras subaquáticas alugadas no hostel.
O Rio da Prata é famoso pela água transparente. Estupidamente transparente. Quando você entra na água de máscara pela primeira vez, é meio chocante... Parece que enxergar embaixo d'água é mais fácil do que fora dela. E muitos, muitos peixes ao seu redor. Dourados, pacus, é lindo. Nunca vi algo desse tipo.
Ficamos nadando por cerca de duas horas. Tem mais um trechinho de caminhada no mato, depois volta pro rio. Eu era uma das primeiras da 'fila' da natação, e na última curva eu e a Jordana (q era a primeira) demos de cara com um peixe gigante nos encarando. Que susto! E o rio nos empurrava pra frente e o peixe não saía de lá! Começamos a nadar pra trás com toda a força, mas o guia precisou nos segurar pra não atropelarmos o tal peixão.
No fim, todo mundo tira a roupa de neoprene e pode nadar perto de uma cachoeirinha pra relaxar as pernas. Então pegamos um carrinho e voltamos para a sede da estância, onde um almoção de comida da fazenda nos esperava. Uma delícia!
Pegamos a van pra voltar pro hostel, onde chegamos em torno de umas 16h. Tomamos um banho e uma soneca, e depois resolvemos visitar o Projeto Jiboia, que era pertinho do hostel. Chegando lá, o Clinton sentiu algo bater nas costas dele, e uma moça começou a gritar: "ai meu deus, ai meu deus! Nas costas dele!". Era uma lagartixa! :D A danada não queria descer de jeito nenhum, acho que ela sabia que estaria mais segura lá do que solta num criadouro de cobras...
O Projeto Jiboia é uma organização criada por um estudioso de cobras pra ensinar as pessoas como lidar com cobras e evitar problemas. Uma moça que esqueci o nome deu a palestra, muito engraçada, e depois a gente podia brincar com uma das jiboias domesticadas que eles tinham lá. Coloquei ela no colo e, querem saber? É um bichinho gostoso, não é gelado nem melequento. Parece um courinho, tipo uma bolsa. Achei legal.
Depois fomos caminhando até o Taboa pra jantar. O Clinton amou mandioca frita, então fomos lá pra pedir outra porção. Dessa vez, com picanha - uma delícia. A Jordana e o Namorado passaram por lá também, e nos falaram de uma lojinha no fim da rua com várias bijuterias de capim dourado. Depois de comer, passamos lá, compramos um brinco pra mim e uma pulseira pra dar de presente.
Na caminhada de volta para o hotel, um cachorro começou a nos seguir. A gente parava, ele parava também. Andávamos, ele seguia. Aí, às vezes virávamos de repente, ele parava, rodava, fingia que não era com ele... e voltava a nos seguir. Mas na esquina do hostel ele desistiu.
Entramos, pensando o que faríamos se ele resolvesse entrar, e fomos dormir. Porque, pra variar, o outro dia começaria cedo.
22.4.11
As aventuras da Pá no meio do mato - Parte 2: Bom dia, Gollum!
No outro dia, levantamos bem cedo (6h30) pra tomar café e ir para o Abismo. Comemos Pão com mortadela e queijo, um bolinho e um suco. O suco era de pozinho, bem sem graça, mas buenas :P
O táxi do motorista Éldson, ou Ildson, ou algo assim, nos levou até até a entrada do abismo. Tinha mais um rapaz pra descer conosco. E ele não tava muito empolgado. Perguntei por que, e ele me levou por uma plataforma até uma área onde dava pra ver a entrada do buraco. Eu entendi de onde vinha a preocupação dele.
O abismo Anhumas é um buraco de 75 metros de profundidade que termina num lago subterrâneo. O único jeito de entrar é com rapel - pra sair, tbm. Mas enfim, colocamos os equipamentos de segurança e fomos. Descer em dupla é mais seguro, porque se um cair, fica pendurado no outro. O outro leva um belo tranco, mas pelo menos ambos sobrevivem
Desci com o Clinton e o Leonardo desceu com o guia. Lá dentro é meio escuro, só entram os raios de sol pela boca do buraco. Mas dá pra ver as estalactites e o lago lá embaixo... muito surreal. Na hora, aquela escuridão, o barulho da água pingando e aquelas formas esquisitas embaixo d'água me fizeram pensar na caverna do Gollum, onde o Bilbo acha o anel. Não ia me admirar se na hora que eu chegasse perto do lago ele agarrasse meu pé :P

Ó a gente nas cordas de subida e descida!
Descemos em uns 15 minutos, aí demos uma volta com o guia André de barco, pra conhecer a caverna. As estalactites e os cones subterrâneos são fantásticos. E depois, colocamos as roupas de neoprene pra nadar no lago. GELADO, MUITO MUITO MUITO GELADO. Admito que pensei em desistir, de tão frio, mas sabia q não era por muito tempo. E o fundo do lago é muito de outro planeta, valeu muito nadar e explorar com as lanternas.
Saímos da água, comemos um pão que trouxemos do hostel, trocamos de roupa no incrível banheiro com 'azuleijos de 30 mil anos' (vulgo cortininha na frente da pedra) e começamos a subir. Eu tava tão gelada q subi super devagar, levei uns 40 minutos :P Mas poucas vezes voltar pro sol foi TÃO gostoso.
Voltamos no táxi do Weldenson ou algo assim pro hostel e perguntamos se tinha algum passeio que poderíamos fazer de tarde. Como viram que éramos dois empolgados, sugeriram alugar bicicletas e ir até o Balneário, a 7km da cidade. Aproveitei pra agendar passeios pros dias seguintes, também. Alugamos duas bikes (R$ 10 pelo dia todo) e saímos pedalando pela rua principal de Bonito.
Fizemos uma parada estratégica na Casa do João, onde comemos uma traíra sem espinha. Delícia! Recomendado a quem for lá! E tivemos força pra continuar pedalando até o Balneário.
Lugar tranquilo, é meio que um parque com um rio onde as pessoas podem nadar. O rio é CHEIO de peixes, eles chegam super perto, pra ver se seu pé não é minhoca. Andamos um tempo lá, tomamos um guaraná gelado, molhamos os pezinhos, seguramos vela pro canadense do hostel que tava lá no maior climão com a inglesa, descansamos da pedalada... e voltamos a pedalar pra voltar antes que escurecesse - pq a estrada não tinha iluminação. E pegamos a maior chuva no caminho.
Deixamos as bikes no hostel e tomamos um super banho pra desencracar. Perguntamos onde rolava jantar, e nos indicaram o Taboa, um bar famoso pela cachaça. Fomos andando e, chegando lá, pedimos uma caipirinha. Cachaça pura não rola, né?
Pois AINDA bem q pedimos só uma caipirinha, e não o treco puro. Eu acho que usaram a tal Taboa pra lançar a Challenger, no mês passado. Forte pra caramba! Mas muito gostoso, pq é feito com cana de açúcar, mel e canela. Vale a pena provar (O ministério da saúde adverte: aprecie com moderação). Comemos carne de sol com mandioca frita e voltamos papeando a pé pro hostel.
Chegamos e capotamos. Muito capotados.
No outro dia, levantamos bem cedo (6h30) pra tomar café e ir para o Abismo. Comemos Pão com mortadela e queijo, um bolinho e um suco. O suco era de pozinho, bem sem graça, mas buenas :P
O táxi do motorista Éldson, ou Ildson, ou algo assim, nos levou até até a entrada do abismo. Tinha mais um rapaz pra descer conosco. E ele não tava muito empolgado. Perguntei por que, e ele me levou por uma plataforma até uma área onde dava pra ver a entrada do buraco. Eu entendi de onde vinha a preocupação dele.
O abismo Anhumas é um buraco de 75 metros de profundidade que termina num lago subterrâneo. O único jeito de entrar é com rapel - pra sair, tbm. Mas enfim, colocamos os equipamentos de segurança e fomos. Descer em dupla é mais seguro, porque se um cair, fica pendurado no outro. O outro leva um belo tranco, mas pelo menos ambos sobrevivem
Desci com o Clinton e o Leonardo desceu com o guia. Lá dentro é meio escuro, só entram os raios de sol pela boca do buraco. Mas dá pra ver as estalactites e o lago lá embaixo... muito surreal. Na hora, aquela escuridão, o barulho da água pingando e aquelas formas esquisitas embaixo d'água me fizeram pensar na caverna do Gollum, onde o Bilbo acha o anel. Não ia me admirar se na hora que eu chegasse perto do lago ele agarrasse meu pé :P
Ó a gente nas cordas de subida e descida!
Descemos em uns 15 minutos, aí demos uma volta com o guia André de barco, pra conhecer a caverna. As estalactites e os cones subterrâneos são fantásticos. E depois, colocamos as roupas de neoprene pra nadar no lago. GELADO, MUITO MUITO MUITO GELADO. Admito que pensei em desistir, de tão frio, mas sabia q não era por muito tempo. E o fundo do lago é muito de outro planeta, valeu muito nadar e explorar com as lanternas.
Saímos da água, comemos um pão que trouxemos do hostel, trocamos de roupa no incrível banheiro com 'azuleijos de 30 mil anos' (vulgo cortininha na frente da pedra) e começamos a subir. Eu tava tão gelada q subi super devagar, levei uns 40 minutos :P Mas poucas vezes voltar pro sol foi TÃO gostoso.
Voltamos no táxi do Weldenson ou algo assim pro hostel e perguntamos se tinha algum passeio que poderíamos fazer de tarde. Como viram que éramos dois empolgados, sugeriram alugar bicicletas e ir até o Balneário, a 7km da cidade. Aproveitei pra agendar passeios pros dias seguintes, também. Alugamos duas bikes (R$ 10 pelo dia todo) e saímos pedalando pela rua principal de Bonito.
Fizemos uma parada estratégica na Casa do João, onde comemos uma traíra sem espinha. Delícia! Recomendado a quem for lá! E tivemos força pra continuar pedalando até o Balneário.
Lugar tranquilo, é meio que um parque com um rio onde as pessoas podem nadar. O rio é CHEIO de peixes, eles chegam super perto, pra ver se seu pé não é minhoca. Andamos um tempo lá, tomamos um guaraná gelado, molhamos os pezinhos, seguramos vela pro canadense do hostel que tava lá no maior climão com a inglesa, descansamos da pedalada... e voltamos a pedalar pra voltar antes que escurecesse - pq a estrada não tinha iluminação. E pegamos a maior chuva no caminho.
Deixamos as bikes no hostel e tomamos um super banho pra desencracar. Perguntamos onde rolava jantar, e nos indicaram o Taboa, um bar famoso pela cachaça. Fomos andando e, chegando lá, pedimos uma caipirinha. Cachaça pura não rola, né?
Pois AINDA bem q pedimos só uma caipirinha, e não o treco puro. Eu acho que usaram a tal Taboa pra lançar a Challenger, no mês passado. Forte pra caramba! Mas muito gostoso, pq é feito com cana de açúcar, mel e canela. Vale a pena provar (O ministério da saúde adverte: aprecie com moderação). Comemos carne de sol com mandioca frita e voltamos papeando a pé pro hostel.
Chegamos e capotamos. Muito capotados.
17.4.11
As aventuras da Pá no meio do mato, parte 1: falta muito, Papai Smurf?
Como comentei antes, esse mês passei uns dias no meio do mato. O Clinton veio ao Brasil de novo, então queria mostrar a ele mais um pedacinho do País. Mas claro que quis aproveitar para conhecer algum lugar novo também. Afinal, minha meta de vida é espalhar o máximo de bandeirinhas da Pá pelo mapa-múndi, e dentro do Brasil ainda tem muito lugar que não conheço.
Após alguma pesquisa, descobri que Bonito, no Mato Grosso do Sul, seria uma boa opção. Passagens muito baratas, hostel barato e bem recomendado (ADORO minha carteirinha da hostelling international). Só os passeios que seriam caros, porque lá é tudo área de preservação controlada, mas tudo bem. Melhor gastar no passeio do que em avião, né?
Só que chegar lá pros lados do Pantanal não é tão fácil. Nossa saga começou às 4h30 da manhã, porque tínhamos de pegar um avião em Guarulhos às 7h. Quem mora em SP sabe quão fora de mão é o aeroporto de Guarulhos... Não tinha trânsito nenhum, então levamos 'só' uma hora até o aeroporto.
Fizemos check-in e, em 50 minutos, chegamos ao primeiro destino: Curitiba. Tomamos um café com pão de queijo pra encarar o frio gélido da capital paranaense às 8h da manhã enquanto esperávamos a conexão pra Campo Grande, às 9h30. Foi mais uma hora e meia de voo. Da janela, só se vi campo mesmo. E pelo relógio do aeroporto da capital do MS, chegamos lá às 10h da manhã - eles estão em outro fuso.
Nossa van para Bonito sairia às 13h. Até pensamos em passear pela cidade, mas com a mala seria muito chato. Demos uma enrolada e às 11h e pouco almoçamos no restaurante do aeroporto mesmo, uma comidinha caseira bem simples mas gostosa.
E às 13h (hora local, 14h pelo horário de Brasília), começou a viagem para Bonito. Pegamos dois lugares na van e fomos olhando pela janela um tempão. Depois de duas horas de estrada sem passar por NENHUMA cidade, paramos em um posto de gasolina onde tomamos um Mate Leão.
Eu fui pescando durante as duas horas seguintes de estrada. O Clinton tirou um cochilo. Às 17h, quando eu achei que não existia mais nada no mundo além de viagens infindáveis, chegamos finalmente ao hostel em Bonito: uma casa de tijolinho com piscina e bananeiras. Nos mostraram nosso quarto, BEM grande, bem arejado, com cama, beliche, banheiro, ar condicionado e ventilador. Largamos nossas coisas e fomos à recepção pra ver que passeios poderíamos fazer no dia seguinte. Se fôssemos descansar, ninguém mais levantava da cama :P
Aí descobrimos que no dia seguinte tinha como explorar o Abismo Anhumas, que era um passeio que eu queria MUITO fazer. Só que a condição era correr AGORA para o treinamento - eles não deixam ninguém descer lá no buraco sem treinar. Colocamos roupa de ginástica, tomamos um táxi (todos os táxis em Bonito custam R$ 10, pra qualquer lugar) e fomos.
Lá no local de treinamento, o lance era vestir todos os esquipamentos de rapel e subir e descer até uma plataforma no teto umas 3 vezes. Pra ter certeza q a pessoa ia saber operar os ganchos, não ia ter tontura, vertigem, essas coisas. Tiramos de letra, foi facinho. Aliás, adorei o esquema de descer e subir do rapel, nunca tinha feito antes. Assinamos um termo de segurança e fomos jantar num restaurante numa rua ali perto.
Comemos um dourado com molho de urucum (VERMEEELHOOOOO) e suco de cupuaçu. Já tinha dado pra sentir que a comida seria bem diferente de tudo o que estávamos acostumados, mas era uma delícia. E depois voltamos caminhando pro hostel. Era umas 22h, estávamos moídos. Tudo que eu queria era um banho.
Mas não, não podia ser tão fácil. Entrei no chuveiro e tive a impressão de ver uma piscada de luz laranja no teto. Não entendi o que era, mas fiquei com medo que fosse o chuveiro, então desliguei. Chamei o Clinton, perguntei se ele tinha visto algo piscando... e BUUUMMMMMM!!!! Desligado, o chuveiro brilhou mais que uma supernova, fez um barulho de POW e depois apagou.
Caímos na risada. A gente só queria tomar banho e dormir, mas o chuveiro EXPLODIU. Fomos até a recepção, mas aí vc chega pro cara e diz 'meu chuveiro explodiu' e ele não te olha com a cara mais normal do mundo. Ele foi até o quarto, olhou o chuveiro e disse 'parece normal'. Eu respondi 'Pode até parecer, mas eu não ligaria ele neeeeem se fosse bem paga pra isso.'
Aí o cara nem discutiu. Trocou a gente de quarto pra um que tinha chuveiro a gás e buenas. Aí FINALMENTE, quase meia noite, pudemos tomar banho e dormir (capotar, na real). E o dia seguinte prometia ser BEM puxado.
Como comentei antes, esse mês passei uns dias no meio do mato. O Clinton veio ao Brasil de novo, então queria mostrar a ele mais um pedacinho do País. Mas claro que quis aproveitar para conhecer algum lugar novo também. Afinal, minha meta de vida é espalhar o máximo de bandeirinhas da Pá pelo mapa-múndi, e dentro do Brasil ainda tem muito lugar que não conheço.
Após alguma pesquisa, descobri que Bonito, no Mato Grosso do Sul, seria uma boa opção. Passagens muito baratas, hostel barato e bem recomendado (ADORO minha carteirinha da hostelling international). Só os passeios que seriam caros, porque lá é tudo área de preservação controlada, mas tudo bem. Melhor gastar no passeio do que em avião, né?
Só que chegar lá pros lados do Pantanal não é tão fácil. Nossa saga começou às 4h30 da manhã, porque tínhamos de pegar um avião em Guarulhos às 7h. Quem mora em SP sabe quão fora de mão é o aeroporto de Guarulhos... Não tinha trânsito nenhum, então levamos 'só' uma hora até o aeroporto.
Fizemos check-in e, em 50 minutos, chegamos ao primeiro destino: Curitiba. Tomamos um café com pão de queijo pra encarar o frio gélido da capital paranaense às 8h da manhã enquanto esperávamos a conexão pra Campo Grande, às 9h30. Foi mais uma hora e meia de voo. Da janela, só se vi campo mesmo. E pelo relógio do aeroporto da capital do MS, chegamos lá às 10h da manhã - eles estão em outro fuso.
Nossa van para Bonito sairia às 13h. Até pensamos em passear pela cidade, mas com a mala seria muito chato. Demos uma enrolada e às 11h e pouco almoçamos no restaurante do aeroporto mesmo, uma comidinha caseira bem simples mas gostosa.
E às 13h (hora local, 14h pelo horário de Brasília), começou a viagem para Bonito. Pegamos dois lugares na van e fomos olhando pela janela um tempão. Depois de duas horas de estrada sem passar por NENHUMA cidade, paramos em um posto de gasolina onde tomamos um Mate Leão.
Eu fui pescando durante as duas horas seguintes de estrada. O Clinton tirou um cochilo. Às 17h, quando eu achei que não existia mais nada no mundo além de viagens infindáveis, chegamos finalmente ao hostel em Bonito: uma casa de tijolinho com piscina e bananeiras. Nos mostraram nosso quarto, BEM grande, bem arejado, com cama, beliche, banheiro, ar condicionado e ventilador. Largamos nossas coisas e fomos à recepção pra ver que passeios poderíamos fazer no dia seguinte. Se fôssemos descansar, ninguém mais levantava da cama :P
Aí descobrimos que no dia seguinte tinha como explorar o Abismo Anhumas, que era um passeio que eu queria MUITO fazer. Só que a condição era correr AGORA para o treinamento - eles não deixam ninguém descer lá no buraco sem treinar. Colocamos roupa de ginástica, tomamos um táxi (todos os táxis em Bonito custam R$ 10, pra qualquer lugar) e fomos.
Lá no local de treinamento, o lance era vestir todos os esquipamentos de rapel e subir e descer até uma plataforma no teto umas 3 vezes. Pra ter certeza q a pessoa ia saber operar os ganchos, não ia ter tontura, vertigem, essas coisas. Tiramos de letra, foi facinho. Aliás, adorei o esquema de descer e subir do rapel, nunca tinha feito antes. Assinamos um termo de segurança e fomos jantar num restaurante numa rua ali perto.
Comemos um dourado com molho de urucum (VERMEEELHOOOOO) e suco de cupuaçu. Já tinha dado pra sentir que a comida seria bem diferente de tudo o que estávamos acostumados, mas era uma delícia. E depois voltamos caminhando pro hostel. Era umas 22h, estávamos moídos. Tudo que eu queria era um banho.
Mas não, não podia ser tão fácil. Entrei no chuveiro e tive a impressão de ver uma piscada de luz laranja no teto. Não entendi o que era, mas fiquei com medo que fosse o chuveiro, então desliguei. Chamei o Clinton, perguntei se ele tinha visto algo piscando... e BUUUMMMMMM!!!! Desligado, o chuveiro brilhou mais que uma supernova, fez um barulho de POW e depois apagou.
Caímos na risada. A gente só queria tomar banho e dormir, mas o chuveiro EXPLODIU. Fomos até a recepção, mas aí vc chega pro cara e diz 'meu chuveiro explodiu' e ele não te olha com a cara mais normal do mundo. Ele foi até o quarto, olhou o chuveiro e disse 'parece normal'. Eu respondi 'Pode até parecer, mas eu não ligaria ele neeeeem se fosse bem paga pra isso.'
Aí o cara nem discutiu. Trocou a gente de quarto pra um que tinha chuveiro a gás e buenas. Aí FINALMENTE, quase meia noite, pudemos tomar banho e dormir (capotar, na real). E o dia seguinte prometia ser BEM puxado.
13.4.11
Só pra registrar
Consegui terminar a reforma do quartinho. O piso ficou com uma cor meio diferentosa, mas com uma cama e um tapete em cima nem se nota :P
As paredes, por oiutro lado, ficaram uma belezura ^^
Fiquei um tempão sem postar porque passei uma semana no meio do mato, acho que depois vou detalhar aqui no blog. Mas foi bom - 5 dias sem internet nem televisão relaaaaaaxammm =^.^=
Consegui terminar a reforma do quartinho. O piso ficou com uma cor meio diferentosa, mas com uma cama e um tapete em cima nem se nota :P
As paredes, por oiutro lado, ficaram uma belezura ^^
Fiquei um tempão sem postar porque passei uma semana no meio do mato, acho que depois vou detalhar aqui no blog. Mas foi bom - 5 dias sem internet nem televisão relaaaaaaxammm =^.^=
12.4.11
Morram de inveja, reles mortais!
A imagem abaixo mostra um presentinho massa que ganhei de uma pessoa massa. Só por ser um guia completo com tudo sobre o Indiana Jones, já é sensacional.
Mas quando tem DOIS autógrafos incríveis, com deicatória pra mim... Só tenho a dizer: morram de inveja!

Na esquerda, a assinatura da Karen Allen, que faz a Marion Ravenwood na Arca perdida e no Caveira de Cristal. Na direita, a assinatura do John Rhys-Davies, que faz o Sallah na Arca Perdida e na Última Cruzada (só que ele ficou mais famoso por outro papel... Gimli, dos Senhor dos Anéis).
Ai, que lindo! =^.^=
A imagem abaixo mostra um presentinho massa que ganhei de uma pessoa massa. Só por ser um guia completo com tudo sobre o Indiana Jones, já é sensacional.
Mas quando tem DOIS autógrafos incríveis, com deicatória pra mim... Só tenho a dizer: morram de inveja!

Na esquerda, a assinatura da Karen Allen, que faz a Marion Ravenwood na Arca perdida e no Caveira de Cristal. Na direita, a assinatura do John Rhys-Davies, que faz o Sallah na Arca Perdida e na Última Cruzada (só que ele ficou mais famoso por outro papel... Gimli, dos Senhor dos Anéis).
Ai, que lindo! =^.^=
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