Na torcida
Eu até ia escrever sobre outra coisa, mas acabei esquecendo o que era. Esta noite, recebi a notícia que um jornalista brasileiro desapareceu lá na Líbia. Não é amigo meu, mas conheço.
Sempre quis fazer cobertura de áreas de conflito, mas sei o quão perigoso isso pode ser. Estou na torcida pra que esteja tudo bem com ele e que seja só um susto.
10.3.11
2.3.11
Lá vem o carnaval...
... que há anos significa pra mim sinal de MUITO trabalho :P
Este ano especialmente, já que a festa maior acontece de madrugada e, bem, agora eu tomo conta da madruga :P
Comecei segunda minha contagem de 19 dias de trabalho seguidos, com apenas um dia de folga. Desejem-me sorte!
(O feriado de Páscoa que me espere... acho q não vou nem sair da cama :P)
... que há anos significa pra mim sinal de MUITO trabalho :P
Este ano especialmente, já que a festa maior acontece de madrugada e, bem, agora eu tomo conta da madruga :P
Comecei segunda minha contagem de 19 dias de trabalho seguidos, com apenas um dia de folga. Desejem-me sorte!
(O feriado de Páscoa que me espere... acho q não vou nem sair da cama :P)
25.2.11
As maravilhas do Maraculate
Existe uma mistura - que alguns consideram pouco usual - que eu acho uma das mais deliciosas da culinária: maracujá com chocolate.
A primeira vez que eu provei o maraculate foi no restaurante Obá, onde eles servem uma das sobremesas mais perfeitas do mundo. A Torta do Luís é uma torta massuda de musse de chocolate coberta com uma calda suave de maracujá. Doce e azedinha, perfeita.
Depois disso, vieram as trufas e os chocolates trufados com maracujá. Muito bons também.
E recentemente, acrescentei à minha lista o frozen iogurte com bolinhas de chocolate e calda de maracujá. Dos deuses. Foi minha sobremesa de hoje e razão deste post.
A quem nunca provou, recomendadíssimo.
Existe uma mistura - que alguns consideram pouco usual - que eu acho uma das mais deliciosas da culinária: maracujá com chocolate.
A primeira vez que eu provei o maraculate foi no restaurante Obá, onde eles servem uma das sobremesas mais perfeitas do mundo. A Torta do Luís é uma torta massuda de musse de chocolate coberta com uma calda suave de maracujá. Doce e azedinha, perfeita.
Depois disso, vieram as trufas e os chocolates trufados com maracujá. Muito bons também.
E recentemente, acrescentei à minha lista o frozen iogurte com bolinhas de chocolate e calda de maracujá. Dos deuses. Foi minha sobremesa de hoje e razão deste post.
A quem nunca provou, recomendadíssimo.
20.2.11
19.2.11
O Patinho Feio
O que eu posso falar sobre o Cisne Negro que ninguém falou ainda? É a história de uma bailarina chamada pra dançar os dois papéis principais do Lago dos Cisnes - o cisne branco e o negro, imrãos e rivais. Fui assistir a esse filme na semana passada, num dia que estava com uma dor de cabeça do capeta e queria ficar em um lugar escuro e calminho. imaginei que ir sozinha a um filme do Aronofski no meio da tarde me proporcionaria essa experiência, além de riscar mais um da minha lista de 'filmes do Oscar pra ver'.
Todo mundo falou maravilhas da Natalie Portman. Eu vou concordar no ponto em que ela faz muito bem a personagem daquele filme. Mas ainda falta ela me convencer que consegue faezr uma personagem 'normal'. Porque me parece q ela cresceu muito como atriz fazendo só personagens meio perturbadas ou quietonas. A bailarina, a princesa Amidala, a menina do Closer, a do profissional... Será que ela consegue ser sensacional fazendo uma personagem que precise mostrar naturalidade? Essa é minha ressalva de dar um oscar a ela agora.
Ah, e espero que também não leve o Oscar de melhor filme. É muito bom, lindo, com ótimos atores, mas o final é previsííííííííveeeeeeeeellllllllll... :P E quem me lê sabe que o que eu mais gosto num filme é uma boa história. (Até agora, meu voto para 'melhor filme' vai pra A Origem, embora acho que tenha poucas chances)
Mas o que eu achei mais bonito no filme - se é que tem algo realmente bonito naquela bizarreira toda que é o Cisne Negro - foi a maneira como o diretor mostrou a bailarina aprendendo a dançar o papel do cisne negro. Afinal, o branco ela já sabia. Reparem que no começo do filme, ela só se veste de branco em tonas as cenas, e as pessoas ao redor estão todas de preto. Conforme ela aprende a dançar o cisne negro, peças de roupa escura começam a aparecer no figurino dela. Sutil, mas lindo.
NÃO LEIA O PRÓXIMO PARÁGRAFO SE NÃO QUISER SPOILER!!!!!!
.
.
.
.
Ao ponto de, nas cenas finais, ela estar inteiramente vestida de Cisne Negro, e a 'rival' dela ter a pachorra de aparecer no camarim com a roupa completa do Cisne Branco. Papéis trocados na peça e na vida dela, além de personalidades completamente alteradas.
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Em geral, gostei do filme. Tem cenas agoniantes, cenas que me irritaram por mostrarem comportamentos que eu considero de fraqueza de caráter dos personagens... Mas o filme é bom, bem feito, bem contado e muito bonito.
É perfeito pra quem não tem agonia de sangue e curte uma história bizarra. Aos outros, vale como experiência de ver algo diferente das historinhas com começo meio e fim - mas não digam que não avisei das bizarrices.
O que eu posso falar sobre o Cisne Negro que ninguém falou ainda? É a história de uma bailarina chamada pra dançar os dois papéis principais do Lago dos Cisnes - o cisne branco e o negro, imrãos e rivais. Fui assistir a esse filme na semana passada, num dia que estava com uma dor de cabeça do capeta e queria ficar em um lugar escuro e calminho. imaginei que ir sozinha a um filme do Aronofski no meio da tarde me proporcionaria essa experiência, além de riscar mais um da minha lista de 'filmes do Oscar pra ver'.
Todo mundo falou maravilhas da Natalie Portman. Eu vou concordar no ponto em que ela faz muito bem a personagem daquele filme. Mas ainda falta ela me convencer que consegue faezr uma personagem 'normal'. Porque me parece q ela cresceu muito como atriz fazendo só personagens meio perturbadas ou quietonas. A bailarina, a princesa Amidala, a menina do Closer, a do profissional... Será que ela consegue ser sensacional fazendo uma personagem que precise mostrar naturalidade? Essa é minha ressalva de dar um oscar a ela agora.
Ah, e espero que também não leve o Oscar de melhor filme. É muito bom, lindo, com ótimos atores, mas o final é previsííííííííveeeeeeeeellllllllll... :P E quem me lê sabe que o que eu mais gosto num filme é uma boa história. (Até agora, meu voto para 'melhor filme' vai pra A Origem, embora acho que tenha poucas chances)
Mas o que eu achei mais bonito no filme - se é que tem algo realmente bonito naquela bizarreira toda que é o Cisne Negro - foi a maneira como o diretor mostrou a bailarina aprendendo a dançar o papel do cisne negro. Afinal, o branco ela já sabia. Reparem que no começo do filme, ela só se veste de branco em tonas as cenas, e as pessoas ao redor estão todas de preto. Conforme ela aprende a dançar o cisne negro, peças de roupa escura começam a aparecer no figurino dela. Sutil, mas lindo.
NÃO LEIA O PRÓXIMO PARÁGRAFO SE NÃO QUISER SPOILER!!!!!!
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Ao ponto de, nas cenas finais, ela estar inteiramente vestida de Cisne Negro, e a 'rival' dela ter a pachorra de aparecer no camarim com a roupa completa do Cisne Branco. Papéis trocados na peça e na vida dela, além de personalidades completamente alteradas.
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Em geral, gostei do filme. Tem cenas agoniantes, cenas que me irritaram por mostrarem comportamentos que eu considero de fraqueza de caráter dos personagens... Mas o filme é bom, bem feito, bem contado e muito bonito.
É perfeito pra quem não tem agonia de sangue e curte uma história bizarra. Aos outros, vale como experiência de ver algo diferente das historinhas com começo meio e fim - mas não digam que não avisei das bizarrices.
15.2.11
As Técnicas secretas do Viajante de Busão
Toda pessoa que se locomove urbanamente de ônibus sabe que o conforto não é o principal atributo deste veículo. O uso repetitivo do ônibus pode ter duas consequências principais: o aumento no nível de stress (a mais comum) ou o surgimento de uma espécie raríssima de seres humanos, mistura de Lara Croft com Cavaleiro Jedi.
O Viajante de Busão (em maiúsculas, para diferenciar dos usuários comuns) conseguem fazer uso de técnicas incompreensíveis para outras pessoas. Como VB em desenvolvimento - meus busochlorians ainda não estão totalmente ativos - eu as descrevo abaixo.
4) Técnica básica - Equilíbrio 2D:
Na prática, qualquer objeto no chão precisa de três pontos de apoio para se manter equilibrado. Menos o Viajante de Busão. O VB consegue se manter em pé mesmo qdo a configuração espacial de usuários (vulgo 'lotação') do ônibus só lhe permite manter os pés alinhados, ou apenas um pé no chão e uma mão no poste. Há casos comprovados de VBs que conseguem andar de ônibus com apenas UM ponto de apoio - pé ou mão.
3) Técnica intermediária - Compactação Corporal:
Apesar de mais de 90% do corpo humano ser formado por água (substância não-compressível), o VB tem capacidades sobre-humanas de compactar o próprio corpo. Esta técnica é utilizada apenas em caso de necessidade, mas ainda não se chegou a uma conclusão de qual o seu limite. Cobradores de ônibus tendem a acreditar que ela é infinita, e a estimulam com a famosa frase 'Dá um passinho aí pro fundo, fá favô?"
2) Técnica avançada - Super Inaudição:
Os super-heróis comuns tendem a ter os sentidos super-desenvolvidos. Não é o caso do VB. O poder desses incríveis seres humanos é o de isolar a mente de quaisquer estímulos auditivos externos, ao ponto de conseguirem relaxar e até cochilar mesmo quando o passageiro ao lado desrespeita solenemente o aviso de 'não usar aparelhos sonoros' e sintoniza seu MP20 na Pagodaum FM.
1) Técnica Suprema - O Soninho Suspenso Cotovelal:
O usuário pode se considerar um verdadeiro VB quando desenvolve esta técnica. Ela consiste em ficar de pé, com um um dos braços segurando a barra superior de apoio do ônibus, com o cotovelo levemente flexionado formando um L. Então, você relaxa sua cabeça sobre a curva do L... e dorme. Em pé. Com o braço pra cima.
É a mais recompensadora das técnicas VBs. Se somada às técnicas anteriores, permite uma viagem perfeita em quaisquer condições.
E se você está se tornando um VB, parabéns! Estará evitando todas aquelas preocupações imensas, como arranjar um emprego perto de casa, comprar um carro ou mudar para uma cidade com mais qualidade de vida!
Toda pessoa que se locomove urbanamente de ônibus sabe que o conforto não é o principal atributo deste veículo. O uso repetitivo do ônibus pode ter duas consequências principais: o aumento no nível de stress (a mais comum) ou o surgimento de uma espécie raríssima de seres humanos, mistura de Lara Croft com Cavaleiro Jedi.
O Viajante de Busão (em maiúsculas, para diferenciar dos usuários comuns) conseguem fazer uso de técnicas incompreensíveis para outras pessoas. Como VB em desenvolvimento - meus busochlorians ainda não estão totalmente ativos - eu as descrevo abaixo.
4) Técnica básica - Equilíbrio 2D:
Na prática, qualquer objeto no chão precisa de três pontos de apoio para se manter equilibrado. Menos o Viajante de Busão. O VB consegue se manter em pé mesmo qdo a configuração espacial de usuários (vulgo 'lotação') do ônibus só lhe permite manter os pés alinhados, ou apenas um pé no chão e uma mão no poste. Há casos comprovados de VBs que conseguem andar de ônibus com apenas UM ponto de apoio - pé ou mão.
3) Técnica intermediária - Compactação Corporal:
Apesar de mais de 90% do corpo humano ser formado por água (substância não-compressível), o VB tem capacidades sobre-humanas de compactar o próprio corpo. Esta técnica é utilizada apenas em caso de necessidade, mas ainda não se chegou a uma conclusão de qual o seu limite. Cobradores de ônibus tendem a acreditar que ela é infinita, e a estimulam com a famosa frase 'Dá um passinho aí pro fundo, fá favô?"
2) Técnica avançada - Super Inaudição:
Os super-heróis comuns tendem a ter os sentidos super-desenvolvidos. Não é o caso do VB. O poder desses incríveis seres humanos é o de isolar a mente de quaisquer estímulos auditivos externos, ao ponto de conseguirem relaxar e até cochilar mesmo quando o passageiro ao lado desrespeita solenemente o aviso de 'não usar aparelhos sonoros' e sintoniza seu MP20 na Pagodaum FM.
1) Técnica Suprema - O Soninho Suspenso Cotovelal:
O usuário pode se considerar um verdadeiro VB quando desenvolve esta técnica. Ela consiste em ficar de pé, com um um dos braços segurando a barra superior de apoio do ônibus, com o cotovelo levemente flexionado formando um L. Então, você relaxa sua cabeça sobre a curva do L... e dorme. Em pé. Com o braço pra cima.
É a mais recompensadora das técnicas VBs. Se somada às técnicas anteriores, permite uma viagem perfeita em quaisquer condições.
E se você está se tornando um VB, parabéns! Estará evitando todas aquelas preocupações imensas, como arranjar um emprego perto de casa, comprar um carro ou mudar para uma cidade com mais qualidade de vida!
24.1.11
Apocalipse Now
Jesus amado, o que foi a chuva que caiu ontem em SP?
Olha, tem chovido quase todo dia... Mas ofi a primeira vez na minha vida que eu não consegui dormir - e dpeois acordei repetidas vezes - por causa do BARULHO.
Era tanta trovoada, tanto raio, tanto barulho que a casa tremia...
Eu só tava esperando passarem os 4 cavaleiros pra ver pra q lado eles iam, pra eu ir na direção contrária :P
Jesus amado, o que foi a chuva que caiu ontem em SP?
Olha, tem chovido quase todo dia... Mas ofi a primeira vez na minha vida que eu não consegui dormir - e dpeois acordei repetidas vezes - por causa do BARULHO.
Era tanta trovoada, tanto raio, tanto barulho que a casa tremia...
Eu só tava esperando passarem os 4 cavaleiros pra ver pra q lado eles iam, pra eu ir na direção contrária :P
12.1.11
Os primeiros
Aceito sugestões para uma listinha que eu estava discutindo esses dias com as meninas.
Hamlet foi o primeiro emo.
Os Beatles foram a primeira boys band.
Beethoven foi o primeiro metaleiro (ou, ao menos, o primeiro headbanger-batedor de cabelo).
E aí, quem mais foram os precursores de comportamentos comuns hoje em dia? ^^
Aceito sugestões para uma listinha que eu estava discutindo esses dias com as meninas.
Hamlet foi o primeiro emo.
Os Beatles foram a primeira boys band.
Beethoven foi o primeiro metaleiro (ou, ao menos, o primeiro headbanger-batedor de cabelo).
E aí, quem mais foram os precursores de comportamentos comuns hoje em dia? ^^
9.1.11
Teste de Nerdice
Fiz um teste muito simpático de nerdice em um site, hoje. Ele avalia várias 'categorias de nerdice' e diz quão graves são seus sintomas em cada uma delas. Meu resultado segue abaixo: Nerd Literário! Nem se eu fizesse de propósito, sairia algo melhor *lol*

Basta clicar na imagem pra fazer o teste também (está em inglês).
Fiz um teste muito simpático de nerdice em um site, hoje. Ele avalia várias 'categorias de nerdice' e diz quão graves são seus sintomas em cada uma delas. Meu resultado segue abaixo: Nerd Literário! Nem se eu fizesse de propósito, sairia algo melhor *lol*
Basta clicar na imagem pra fazer o teste também (está em inglês).
8.1.11
5.1.11
3.1.11
Tron - uma das continuações mais legais q já vi
Vamos deixar bem claro: Tron - O Legado NÃO foi um dos melhores filmes que já vi. É divertido, mas uma aventurazinha simples. Porém, tiro o meu chapéu para o cuidado com o qual o filme foi feito, no sentido de agradar aos fãs do filme original (de 1982!!!!).
O mais incrívelsão os atores. Chamaram Jeff Bridges (o empresário Obadia de Iron Man), que foi o herói do filme original, pra fazer o mesmo personagem nesta continuação, só que 15 anos mais velho. Passaram 30 anos, na verdade, mas maquiagem faz milagre. E o mais fofo: o ator que faz o Tron no original também volta nesse. Num papel menor, pois no novo filme não há mais o guerreiro Tron, mas ainda assim, é muito legal rever caras conhecidas.
Ainda tem a mocinha, Olivia Wilde, a dra. 13 do House. Levei séculos pra notar que era ela :P Bonitinha, não muito marcante.
Também ficou muito legal ver o remake do 'jogo': os carros não podem bater no rastro colorido que fica pra trás conforme eles andam. Quantos joguinhos de windows são assim, hein? Mas agora tem carros, motos, naves... Vi em 2D, fiquei curiosa pra ver como seria em 3D.
E pra quem gosta de música eletrônica, um motivo e tanto pra conferir Tron: a trilha sonora é toda assinada pela dupla Daft Punk - de One More Time . Ees fazem uma pontinha como DJs mascarados em uma cena de festa.
Filminho sessão da tarde total para a maioria das pessoas, mas se você é fã do primeiro, PRECISA aasistir a essa continuação.
Vamos deixar bem claro: Tron - O Legado NÃO foi um dos melhores filmes que já vi. É divertido, mas uma aventurazinha simples. Porém, tiro o meu chapéu para o cuidado com o qual o filme foi feito, no sentido de agradar aos fãs do filme original (de 1982!!!!).
O mais incrívelsão os atores. Chamaram Jeff Bridges (o empresário Obadia de Iron Man), que foi o herói do filme original, pra fazer o mesmo personagem nesta continuação, só que 15 anos mais velho. Passaram 30 anos, na verdade, mas maquiagem faz milagre. E o mais fofo: o ator que faz o Tron no original também volta nesse. Num papel menor, pois no novo filme não há mais o guerreiro Tron, mas ainda assim, é muito legal rever caras conhecidas.
Ainda tem a mocinha, Olivia Wilde, a dra. 13 do House. Levei séculos pra notar que era ela :P Bonitinha, não muito marcante.
Também ficou muito legal ver o remake do 'jogo': os carros não podem bater no rastro colorido que fica pra trás conforme eles andam. Quantos joguinhos de windows são assim, hein? Mas agora tem carros, motos, naves... Vi em 2D, fiquei curiosa pra ver como seria em 3D.
E pra quem gosta de música eletrônica, um motivo e tanto pra conferir Tron: a trilha sonora é toda assinada pela dupla Daft Punk - de One More Time . Ees fazem uma pontinha como DJs mascarados em uma cena de festa.
Filminho sessão da tarde total para a maioria das pessoas, mas se você é fã do primeiro, PRECISA aasistir a essa continuação.
2.1.11
1.1.11
12.12.10
Dulce de Leche é amor
Essa semana foi corrida. Segunda-feira, o dia vai ser MUITO corrido. Aí, hoje a Nina chegou em casa com um saco de alfajores da Paraíso dos Doces Finos, e me deu um.
ZIZUIS, como aquilo tava bom! Acho que o corpinho precisava de um pouco de dulce de leche pra ganhar uma energia extra =^.^=
Essa semana foi corrida. Segunda-feira, o dia vai ser MUITO corrido. Aí, hoje a Nina chegou em casa com um saco de alfajores da Paraíso dos Doces Finos, e me deu um.
ZIZUIS, como aquilo tava bom! Acho que o corpinho precisava de um pouco de dulce de leche pra ganhar uma energia extra =^.^=
11.12.10
9.12.10
6.12.10
A Rede Social
Fui ver esse filme no fim de semana, e posso dizer que estou numa maré de sorte para filmes no cinema. Todos os que fui ver nos últimos tempos foram muito legais, e esse não foge à regra. É um relato da criação do Facebook, e dos enroscos judiciais em que seus fundadores se meteram.
Falando assim, parece nerd e chato. Nerd ele é, mas chato, nem um pouco. É perfeitamente palatável mesmo para quem nunca usou uma rede social na vida - mas aquelas pessoas que usam redes sociais, e mais especificamente o facebook, vão perceber algumas sutilezas a mais, como quando eles saem de um evento e dizem 'nossa, eu curti isso' - o Facebook coloca um botão escrito 'curtir' embaixo de cada coisinha que é postada no site.
O filme tem um roteiro simples - a história real em si já tem detalhes o bastante para torná-lo interessante. Mas o que mais me chamou a ateñção foram os atores. Jesse Eisenberg interpreta o criador do site, Mark Zuckerberg, e faz dele uma versão mais real do Sheldon, de The Big Bang Theory. O primeiro diálogo do filme, entre ele e sua namorada, é genial. Dá vontade de jogar o copo que está na mesa na cara dele.
Andrew Garfield (Dr. Parnassus e o novo Homem-Aranha) faz o brasileiro Eduardo Saverin, co-fundador do site. Talvez por Eduardo ter ajudado a escrever o livro que deu origem ao filme, ele é o personagem mais simpático de todos, aquele de quem você tem pena quando as coisas dão errado. E um SURPREENDENTE Justin Timberlake faz Sean Parker, o criador do Napster. O tipinho de cara q eu detesto: falastrão, festeiro, usuário de drogas, nunca admite seus erros - o Justin encara o papel numa boa. Fiquei surpresa, esperando uma canastrice sem fim... e não é que o cara fez diretinho? Não é uma atuação de Oscar, mas com certeza muito acima da expectativa.
O diretor do filme é David Fincher, o mesmo de Benjamin Button e Clube da Luta. E como nesses outros filmes, a história vai e volta no tempo, mas de maneira muito bem feita. Você não se perde, e cada flashback complementa o que vem em seguida. A trilha sonora é boa, mas daquele tipo que você não percebe que tem algo tocando. É tão sutil que, quando em uma cena de regata toca uma música clássica, ela soa forte demais.
E acho que o filme ainda tem o mérito de conseguir arrastar para as salas de cinema aquele público que em geral só assiste a blockbuster de ação ou comédias bobonas - o tipo 'nerd' exagerado - para assistir a um drama muito bem feito. Recomendado, com certeza.
Fui ver esse filme no fim de semana, e posso dizer que estou numa maré de sorte para filmes no cinema. Todos os que fui ver nos últimos tempos foram muito legais, e esse não foge à regra. É um relato da criação do Facebook, e dos enroscos judiciais em que seus fundadores se meteram.
Falando assim, parece nerd e chato. Nerd ele é, mas chato, nem um pouco. É perfeitamente palatável mesmo para quem nunca usou uma rede social na vida - mas aquelas pessoas que usam redes sociais, e mais especificamente o facebook, vão perceber algumas sutilezas a mais, como quando eles saem de um evento e dizem 'nossa, eu curti isso' - o Facebook coloca um botão escrito 'curtir' embaixo de cada coisinha que é postada no site.
O filme tem um roteiro simples - a história real em si já tem detalhes o bastante para torná-lo interessante. Mas o que mais me chamou a ateñção foram os atores. Jesse Eisenberg interpreta o criador do site, Mark Zuckerberg, e faz dele uma versão mais real do Sheldon, de The Big Bang Theory. O primeiro diálogo do filme, entre ele e sua namorada, é genial. Dá vontade de jogar o copo que está na mesa na cara dele.
Andrew Garfield (Dr. Parnassus e o novo Homem-Aranha) faz o brasileiro Eduardo Saverin, co-fundador do site. Talvez por Eduardo ter ajudado a escrever o livro que deu origem ao filme, ele é o personagem mais simpático de todos, aquele de quem você tem pena quando as coisas dão errado. E um SURPREENDENTE Justin Timberlake faz Sean Parker, o criador do Napster. O tipinho de cara q eu detesto: falastrão, festeiro, usuário de drogas, nunca admite seus erros - o Justin encara o papel numa boa. Fiquei surpresa, esperando uma canastrice sem fim... e não é que o cara fez diretinho? Não é uma atuação de Oscar, mas com certeza muito acima da expectativa.
O diretor do filme é David Fincher, o mesmo de Benjamin Button e Clube da Luta. E como nesses outros filmes, a história vai e volta no tempo, mas de maneira muito bem feita. Você não se perde, e cada flashback complementa o que vem em seguida. A trilha sonora é boa, mas daquele tipo que você não percebe que tem algo tocando. É tão sutil que, quando em uma cena de regata toca uma música clássica, ela soa forte demais.
E acho que o filme ainda tem o mérito de conseguir arrastar para as salas de cinema aquele público que em geral só assiste a blockbuster de ação ou comédias bobonas - o tipo 'nerd' exagerado - para assistir a um drama muito bem feito. Recomendado, com certeza.
3.12.10
Something Indescritível - parte 2
E muito pontualmente às 21h30, quando eu já estava sentadinha no meu lugarzinho inclinado, o palco todo se iluminou, ouviu-se um acorde de guitarra e a voz do Paul McCartney entoando... que raio de música é essa? =o.O=
Não importava. Era uma música que eu nunca tinha ouvido (Venus & Mars), mas era o Paul McCartney. De verdade. Aquela voz q eu conhecia tão bem, cantando ali na minha frente. (Tá, LÁÁÁÁÁÁ na minha frente)
E aí, ele parou de cantar e disse: 'e aí, galheeeeera!!' com um sotacão.
E a 'galhera' respondeu: AAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAHHHHHHHHHHHHHHH!
E aí ele cantou Jet e All My Loving, e quase matou 65 mil pessoas de amor no coração.
O show foi uma sequência de eventos memoráveis. Lá pela 6ª música, ele largou o baixo, sentou ao piano e tocou duas notinhas. E todo mundo fez OOOOHHHHHHHHH, pq era o começo de The Long and Winding Road. Como essa música não exige muito da voz de quem canta, não dava pra perceber os efeitos do tempo na voz do Paul... Soou igualzinho à gravação dos discos. A diferença era ter um estádio inteiro emocionado, cantando junto. Nessa hora, eu senti as primeiras lagriminhas. 'Don't leave me waiting here, lead me to your door... yeah yeah yeah yeeeah".
Ainda ao piano, ele protagonizou o momento mais fofo da noite. "Eu excrivi essa mújica para a menha gatinha Linda". E começou a tocar My Love. Todo mundo cantando junto.
E foi tão fofo q ao terminar a plateia desatou a cantar 'we love you yeah, yeah, yeah, we love you, yeah, yeah, yeah'. Ele, muito surpreso, respondeu: 'and I love you, yeah, yeah, yeah!'
Outro momento memorável foi quando ele tocou Something, 'em homenagem ao meu amigo George'. Foi, de longe, a música que o público cantou mais alto. Aposto que o Morumbi não dormiu aquela noite. Foi muito mais bonito que Give Peace a Chance, 'em homenagem ao meu amigo John', em que a plateia levantou balões brancos vindos sabe-se lá de onde. Ele mesmo comentou 'que lindo esses balões! que lindo! Vocês aí do fundão, me escutam bem?'
YEEEAAHHHHH!!!
E, quando já tinham ido umas duas horas de show, ele deu uma mega injeção de ânimo em todo mundo com Live and Let Die - tocada sensacionalmente por ele ao piano, o baterista tendo uma síncope, o tecladista surtando e os dois guitarristas (um tico tiozões, mas charmosos - tipo Bon Jovi) metralhando as guitarras vermelha e branca. E os fogos de artifício estourando pra todo lado, foi surreal. Nessa hora foi bom estar no fundão, deu pra ver todas as luzes, melhor do q quem tava lá na frente!
Aliás, outra coisa legal foi quando o guitarrista moreno, que tava com a guitarra branca, virou a guitarra ao contrário quando acabou a música e tava escrito 'OBRIGADO' atrás dela ^^
E pra finalizar, o singelo bis DUPLO, com TRÊS músicas cada. Com direito a Get Back e Yesterday. Surreal. E o Paul ainda levou um tropeceeenho básico na hora de sair do palco no final, tadinho. Era muita empolgação.
Três horas de show, 37 músicas, nenhuma pausa, nem um copinho dágua, muita conversa em português. Aos 68 anos, o Paul desbancou muito rockeirinho novo. A voz dele pode não estar mais alcançando as notas mais altas, mas ainda assim, é sensacional. Disparado, o melhor show que já vi na vida.
E se ele vier de novo, eu vejo de novo. Quem diria que, passados dos 64, ele ainda estaria tão bem? =^.^= Paul, we love you, yeah, yeah, yeah!
E muito pontualmente às 21h30, quando eu já estava sentadinha no meu lugarzinho inclinado, o palco todo se iluminou, ouviu-se um acorde de guitarra e a voz do Paul McCartney entoando... que raio de música é essa? =o.O=
Não importava. Era uma música que eu nunca tinha ouvido (Venus & Mars), mas era o Paul McCartney. De verdade. Aquela voz q eu conhecia tão bem, cantando ali na minha frente. (Tá, LÁÁÁÁÁÁ na minha frente)
E aí, ele parou de cantar e disse: 'e aí, galheeeeera!!' com um sotacão.
E a 'galhera' respondeu: AAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAHHHHHHHHHHHHHHH!
E aí ele cantou Jet e All My Loving, e quase matou 65 mil pessoas de amor no coração.
O show foi uma sequência de eventos memoráveis. Lá pela 6ª música, ele largou o baixo, sentou ao piano e tocou duas notinhas. E todo mundo fez OOOOHHHHHHHHH, pq era o começo de The Long and Winding Road. Como essa música não exige muito da voz de quem canta, não dava pra perceber os efeitos do tempo na voz do Paul... Soou igualzinho à gravação dos discos. A diferença era ter um estádio inteiro emocionado, cantando junto. Nessa hora, eu senti as primeiras lagriminhas. 'Don't leave me waiting here, lead me to your door... yeah yeah yeah yeeeah".
Ainda ao piano, ele protagonizou o momento mais fofo da noite. "Eu excrivi essa mújica para a menha gatinha Linda". E começou a tocar My Love. Todo mundo cantando junto.
E foi tão fofo q ao terminar a plateia desatou a cantar 'we love you yeah, yeah, yeah, we love you, yeah, yeah, yeah'. Ele, muito surpreso, respondeu: 'and I love you, yeah, yeah, yeah!'
Outro momento memorável foi quando ele tocou Something, 'em homenagem ao meu amigo George'. Foi, de longe, a música que o público cantou mais alto. Aposto que o Morumbi não dormiu aquela noite. Foi muito mais bonito que Give Peace a Chance, 'em homenagem ao meu amigo John', em que a plateia levantou balões brancos vindos sabe-se lá de onde. Ele mesmo comentou 'que lindo esses balões! que lindo! Vocês aí do fundão, me escutam bem?'
YEEEAAHHHHH!!!
E, quando já tinham ido umas duas horas de show, ele deu uma mega injeção de ânimo em todo mundo com Live and Let Die - tocada sensacionalmente por ele ao piano, o baterista tendo uma síncope, o tecladista surtando e os dois guitarristas (um tico tiozões, mas charmosos - tipo Bon Jovi) metralhando as guitarras vermelha e branca. E os fogos de artifício estourando pra todo lado, foi surreal. Nessa hora foi bom estar no fundão, deu pra ver todas as luzes, melhor do q quem tava lá na frente!
Aliás, outra coisa legal foi quando o guitarrista moreno, que tava com a guitarra branca, virou a guitarra ao contrário quando acabou a música e tava escrito 'OBRIGADO' atrás dela ^^
E pra finalizar, o singelo bis DUPLO, com TRÊS músicas cada. Com direito a Get Back e Yesterday. Surreal. E o Paul ainda levou um tropeceeenho básico na hora de sair do palco no final, tadinho. Era muita empolgação.
Três horas de show, 37 músicas, nenhuma pausa, nem um copinho dágua, muita conversa em português. Aos 68 anos, o Paul desbancou muito rockeirinho novo. A voz dele pode não estar mais alcançando as notas mais altas, mas ainda assim, é sensacional. Disparado, o melhor show que já vi na vida.
E se ele vier de novo, eu vejo de novo. Quem diria que, passados dos 64, ele ainda estaria tão bem? =^.^= Paul, we love you, yeah, yeah, yeah!
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