Essa pegou todo mundo de surpresa!
Então o novo mangá da JBC é COWBOY BEBOP! Caramba, essa ninguém esperava. As especulações estavam rodando em torno de Super Campeões, já que Naruto era a aposta pra Julho.
Mas o interessante é que o mangá tem 6 edições e será semanal... Por "coincidência", isso termina logo em cima dos eventos de julho em SP. Boa época pra terminar um mangá e lançar um novo, bem blockbuster, né? =^.^=
Eu torço pra que as editoras façam mais apostas em mangás curtos... Acabam logo, então não se gasta tanto para ter uma boia história. Acho que é um bom jeito de chamar público. Aiai... Quando será que vêm Sailor V, DNA2, Utena?
18.5.04
16.5.04
14.5.04
Acho que ando muito enjoada pra cinema ou
Matem o Bill logo que isso não tem graça
Lá fui eu assistir o novo filme do Tarantino, Kill Bill. A Uma Thurmam é legal, o Tarantino é legal, a Lucy liu é legal, o filme deveria ser legal. Eu disse "deveria". Achei bobo, muuuuuuito aquém das espectativas.
(Espaço para me esconder da chuva de tomates)
O roteiro é besta que só. Membra da gang vai casar, gang sacaneia legal com ela, membra resolve matar todo mundo. Original, não? Tem coisa muito melhor por aí. Pra mim, não passou de um Tigre e o Dragão metido a besta. Membra mata todo mundo que aparece na frente com sua incrível espada. Não consigo acreditar que aquilo seja inovador, por mais tarantinesco que seja. Você vê que é um filme dele, mas parece que todos os recursos usados estão gastos.
A Uma Thurman atua bem, e a moça que faz a "primeira vítima" também. A essas a gente dá os parabéns. O resto é só passável, inclusive a Lucy Liu. Insossa, tadinha. E por que censura 18 se todo o sangue é trambolhosamente falso? Aquilo é faz-de-conta de violência, os censores não notaram?
A única coisa que achei realmente legal foi a trilha sonora, que coloca as músicas mais absurdas nas horas mais inesperadas. O editor de som fez um ótimo trabalho. Mas eu não pago pra ver Kill Bill 2.
Quer ver filme legal, inovador de verdade? Alugue Pulp Fiction.
Matem o Bill logo que isso não tem graça
Lá fui eu assistir o novo filme do Tarantino, Kill Bill. A Uma Thurmam é legal, o Tarantino é legal, a Lucy liu é legal, o filme deveria ser legal. Eu disse "deveria". Achei bobo, muuuuuuito aquém das espectativas.
(Espaço para me esconder da chuva de tomates)
O roteiro é besta que só. Membra da gang vai casar, gang sacaneia legal com ela, membra resolve matar todo mundo. Original, não? Tem coisa muito melhor por aí. Pra mim, não passou de um Tigre e o Dragão metido a besta. Membra mata todo mundo que aparece na frente com sua incrível espada. Não consigo acreditar que aquilo seja inovador, por mais tarantinesco que seja. Você vê que é um filme dele, mas parece que todos os recursos usados estão gastos.
A Uma Thurman atua bem, e a moça que faz a "primeira vítima" também. A essas a gente dá os parabéns. O resto é só passável, inclusive a Lucy Liu. Insossa, tadinha. E por que censura 18 se todo o sangue é trambolhosamente falso? Aquilo é faz-de-conta de violência, os censores não notaram?
A única coisa que achei realmente legal foi a trilha sonora, que coloca as músicas mais absurdas nas horas mais inesperadas. O editor de som fez um ótimo trabalho. Mas eu não pago pra ver Kill Bill 2.
Quer ver filme legal, inovador de verdade? Alugue Pulp Fiction.
11.5.04
10.5.04
Outro dia daqueles
14h - entrevista
14h30 - outra entrevista
15h - mais uma entrevista
16h até 18h - checar informações com mais 4 fontes
18h às 20 - botas ordem no bloquinho de notas, que vai estar um furdúncio
Mas é divertido. E amanhã chegam minha 2.ª cadeira e minhas almofadas, que comprei com o meu rico dinheirinho... Ai, minha casinha parece uma casa de bonecas =^.^=
14h - entrevista
14h30 - outra entrevista
15h - mais uma entrevista
16h até 18h - checar informações com mais 4 fontes
18h às 20 - botas ordem no bloquinho de notas, que vai estar um furdúncio
Mas é divertido. E amanhã chegam minha 2.ª cadeira e minhas almofadas, que comprei com o meu rico dinheirinho... Ai, minha casinha parece uma casa de bonecas =^.^=
8.5.04
Van Hellsing e as monstruosidades deste filme
Meu sábio amigo Cava criou uma classificação para certos tipos de filme: “melhor ficar em casa cortando unha”. Van Hellsing (com o ator do Wolverine) é um bom exemplo desse tipo de filme.
Tosco, roteiro fraco, atores fracos e uns erros tão absurdos que arrancam gargalhadas. Conseguiu ser pior que A Múmia. Por exemplo... O negócio se passa no início da idade moderna e é possível perceber o quanto a indústria de tecidos strecht está desenvolvida. A de maquiagem e produtos capilares também. Fora cenas hiiiiiiiper forçadas, com uma princesa que é mistura da Xena com a She-ra. E pior: termina com uma cavalgada em direção ao por do sol.
Vá ver se quiser caçar furos na produção. Se quiser um bom filme, mantenha distância.
Meu sábio amigo Cava criou uma classificação para certos tipos de filme: “melhor ficar em casa cortando unha”. Van Hellsing (com o ator do Wolverine) é um bom exemplo desse tipo de filme.
Tosco, roteiro fraco, atores fracos e uns erros tão absurdos que arrancam gargalhadas. Conseguiu ser pior que A Múmia. Por exemplo... O negócio se passa no início da idade moderna e é possível perceber o quanto a indústria de tecidos strecht está desenvolvida. A de maquiagem e produtos capilares também. Fora cenas hiiiiiiiper forçadas, com uma princesa que é mistura da Xena com a She-ra. E pior: termina com uma cavalgada em direção ao por do sol.
Vá ver se quiser caçar furos na produção. Se quiser um bom filme, mantenha distância.
4.5.04
E-TU-DOÉ-JAZZ!
Seguinte... Tá com tempo? Tem um dinheirinho? Então vai ver Chicago!
Gente, fiquei impressionada com esta peça. Fui assisti-la no sábado à noite, em companhia de minha lindíssima e maravilhosíssima e espetacular irmã. E do Eddy, que que é legal e também curte musicais.
A peça está em cartaz até dezembro no Teatro Abril. Fica bem no final da Brigadeiro Luiz Antonio, perto da estação Sé. Os ingressos são carinhos (entre R$ 55 e R$ 120 pra quem não é estudante), mas credo, como valeu a pena.
O cenário é pobre. Não tem nada, só umas cadeiras e a banda, que fica em cena o tempo todo, ocupando quase todo o espaço.
O figurino tbm é bem pobre. Todo mundo só se veste de preto, e quase não trocam de roupa a peça toda.
Tá, e com essa pobreza toda, é bom?
É. E muito.
Já de cara, Danielle Winits mostra que é muito mais que um par de air-bags. É ela quem canta a música de abertura "Tudo é Jazz", com um vozeirão que faz qualquer desconfiado se render ao talento da moça. E pensar que nas novelas ela só fazia papel de araquã...
Adriana Carambone também é muito boa. A voz não me impressionou tanto, mas achei que ela atuava melhor que a Danielle. E o mocinho da história, Daniel Boaventura, já é um, velho conhecido... Fez o Gaston do A Bela e a Fera e algum papel (acho que o Javert) em Os Miseráveis.
Agora, quem me impressionou foi a tal Selma Reis, no papel da carcereira Mama Morton. Rapaz, de onde vez a voz daquela mulher? A gente brinca que, pra cantar grave, a voz tem que vir do estômago. A dela deve vir dos joelhos.
Al?m disso, todo o teatro é extremamente coreografado. Todo mundo tem lugar certinho pra andar, parar e fazer firulinhas. E esse povo dança muito! Claro, dá pra notar algumas falhas, mas puxa... Assisti à 3.a apresentação dos caras, ainda tem tempo pra arrumar.
Não assisti ao filme para poder comparar. Mas sabe, não vejo nada de mal nisso. A peça por si só já é um grande espetáculo, daqueles que não deixa nada pra ser explicado depois. A história começa e termina, sem pontas soltas ou mal explicadas.
Uma coisa engra?ada s?o as letras cheias de palavr?es. Destaque para a ?tima "n?o h? mais educa??o", de Velma Kelly (Danielle) e Mama Morton (Selma). Hil????rio! Muito desbocado, mas de um desbocado t?o musical que ? ?timo!
E discordem de mim se quiserem, mas a melhor parte ? a apresenta??o do sexteto.
PS: tem um lance do uso da m?dia na pe?a q renderia um post sobre o poder da imprensa e tals... Mas isso eu deixo pra conversar com meus amigos interessados no assunto, aqui do jornal mesmo =^.^= Talvez eu coloque uma vers?o light no blog.
Seguinte... Tá com tempo? Tem um dinheirinho? Então vai ver Chicago!
Gente, fiquei impressionada com esta peça. Fui assisti-la no sábado à noite, em companhia de minha lindíssima e maravilhosíssima e espetacular irmã. E do Eddy, que que é legal e também curte musicais.
A peça está em cartaz até dezembro no Teatro Abril. Fica bem no final da Brigadeiro Luiz Antonio, perto da estação Sé. Os ingressos são carinhos (entre R$ 55 e R$ 120 pra quem não é estudante), mas credo, como valeu a pena.
O cenário é pobre. Não tem nada, só umas cadeiras e a banda, que fica em cena o tempo todo, ocupando quase todo o espaço.
O figurino tbm é bem pobre. Todo mundo só se veste de preto, e quase não trocam de roupa a peça toda.
Tá, e com essa pobreza toda, é bom?
É. E muito.
Já de cara, Danielle Winits mostra que é muito mais que um par de air-bags. É ela quem canta a música de abertura "Tudo é Jazz", com um vozeirão que faz qualquer desconfiado se render ao talento da moça. E pensar que nas novelas ela só fazia papel de araquã...
Adriana Carambone também é muito boa. A voz não me impressionou tanto, mas achei que ela atuava melhor que a Danielle. E o mocinho da história, Daniel Boaventura, já é um, velho conhecido... Fez o Gaston do A Bela e a Fera e algum papel (acho que o Javert) em Os Miseráveis.
Agora, quem me impressionou foi a tal Selma Reis, no papel da carcereira Mama Morton. Rapaz, de onde vez a voz daquela mulher? A gente brinca que, pra cantar grave, a voz tem que vir do estômago. A dela deve vir dos joelhos.
Al?m disso, todo o teatro é extremamente coreografado. Todo mundo tem lugar certinho pra andar, parar e fazer firulinhas. E esse povo dança muito! Claro, dá pra notar algumas falhas, mas puxa... Assisti à 3.a apresentação dos caras, ainda tem tempo pra arrumar.
Não assisti ao filme para poder comparar. Mas sabe, não vejo nada de mal nisso. A peça por si só já é um grande espetáculo, daqueles que não deixa nada pra ser explicado depois. A história começa e termina, sem pontas soltas ou mal explicadas.
Uma coisa engra?ada s?o as letras cheias de palavr?es. Destaque para a ?tima "n?o h? mais educa??o", de Velma Kelly (Danielle) e Mama Morton (Selma). Hil????rio! Muito desbocado, mas de um desbocado t?o musical que ? ?timo!
E discordem de mim se quiserem, mas a melhor parte ? a apresenta??o do sexteto.
PS: tem um lance do uso da m?dia na pe?a q renderia um post sobre o poder da imprensa e tals... Mas isso eu deixo pra conversar com meus amigos interessados no assunto, aqui do jornal mesmo =^.^= Talvez eu coloque uma vers?o light no blog.
Pumcabou
Seguinte... Minha ovelhona sumiu e não está dando sinais de que vai voltar.
Até eu ter tempo de consertar, fica um blog assim, minimalista.
Talvez dê um jeito nisso a próxima vez q aparecer em Floripa, onde posso usar a net pra fazer qualquer coisa (na minha casa daqui não tem e no serviço não pode usar pra fazer bloguices, né? =^.^=)
Seguinte... Minha ovelhona sumiu e não está dando sinais de que vai voltar.
Até eu ter tempo de consertar, fica um blog assim, minimalista.
Talvez dê um jeito nisso a próxima vez q aparecer em Floripa, onde posso usar a net pra fazer qualquer coisa (na minha casa daqui não tem e no serviço não pode usar pra fazer bloguices, né? =^.^=)
30.4.04
Santa sinfonia! Onde você estava guardando esse teclado, Batman?
E aí vocês não acreditam a surpresa que meus pais e minha mana fizeram pra mim.
Quem já foi lá em casa sabe que toco teclado. Aliás, é algo que adoro fazer, em especial canções de musicais (teatro, filme, essas coisas). E já estava separando um dinheirinho pra comprar um tecladinho e ficar brincando aqui em SP.
Pois hoje eu tô na hora do almoço com a minha fofolucha e ela diz que TROUXE O TECLADO LÁ DE FLORIANÓPOLIS até aqui no ônibus! Que coisa mais linda!
(E imagina o quanto o pessoal não tirou sarro na hora de guardar as bagagens... Tu nunca viajas com pouca coisa, né, Nina? =^.^=)
Pois agora só tenho que arranjar dinheiro pra comprar fones de ouvido =^.^=
E quando eu juntar bastantão, compro um teclado novo e moderno pro meu pai, que também toca. E muito bem =^.^=
Adoro vocês!
E aí vocês não acreditam a surpresa que meus pais e minha mana fizeram pra mim.
Quem já foi lá em casa sabe que toco teclado. Aliás, é algo que adoro fazer, em especial canções de musicais (teatro, filme, essas coisas). E já estava separando um dinheirinho pra comprar um tecladinho e ficar brincando aqui em SP.
Pois hoje eu tô na hora do almoço com a minha fofolucha e ela diz que TROUXE O TECLADO LÁ DE FLORIANÓPOLIS até aqui no ônibus! Que coisa mais linda!
(E imagina o quanto o pessoal não tirou sarro na hora de guardar as bagagens... Tu nunca viajas com pouca coisa, né, Nina? =^.^=)
Pois agora só tenho que arranjar dinheiro pra comprar fones de ouvido =^.^=
E quando eu juntar bastantão, compro um teclado novo e moderno pro meu pai, que também toca. E muito bem =^.^=
Adoro vocês!
27.4.04
Presente ideal
Acontece que, de vez em quando, alguma empresa resolve agradar um jornalista. Não é comum, mas acontece. Aliás, se o presente é grande demais, a gente não deve nem aceitar, pq é como se a empresa "nos comprasse", e é bem complicado lidar com isso.
Hoje aconteceu comigo. Cheguei aqui e deixaram um baita pacote imenso na minha mesa. Abri toda contente, pq sempre achei que só jornalista famoso ganhava essas coisas. E quase tive um treco.
Era uma garrafa de vodca.
Caramba, tanta coisa que eu poderia ganhar e me vem isso? Justo pra mim, a pessoa mais sóbria da face desta terra?
Os departamentos de marketing e imprensa deveriam conhecer melhor as pessoas com quem entram em contato :/
De qqr forma, foi aproveitado. As meninas vão fazer um chá de cozinha esta noite e dei o "presente" para erlas fazerem umas caipirinhas...
Acontece que, de vez em quando, alguma empresa resolve agradar um jornalista. Não é comum, mas acontece. Aliás, se o presente é grande demais, a gente não deve nem aceitar, pq é como se a empresa "nos comprasse", e é bem complicado lidar com isso.
Hoje aconteceu comigo. Cheguei aqui e deixaram um baita pacote imenso na minha mesa. Abri toda contente, pq sempre achei que só jornalista famoso ganhava essas coisas. E quase tive um treco.
Era uma garrafa de vodca.
Caramba, tanta coisa que eu poderia ganhar e me vem isso? Justo pra mim, a pessoa mais sóbria da face desta terra?
Os departamentos de marketing e imprensa deveriam conhecer melhor as pessoas com quem entram em contato :/
De qqr forma, foi aproveitado. As meninas vão fazer um chá de cozinha esta noite e dei o "presente" para erlas fazerem umas caipirinhas...
26.4.04
A função de cada um
Se você viveu neste planeta nos últimos três anos em um local onde existia alguma forma de mídia, deve saber quem é Frodo. Acompanhe o raciocínio:
- ele está fazendo uma tarefa porque mandaram, não porque queria;
- havia outras pessoas muito melhores para fazer o mesmo serviço;
- ninguém explica direito o que ele precisa fazer;
- ele não se diverte;
- ele não recebeu nada em troca depois que terminou.
Caramba, ele é um ESTAGIÁRIO!
Se você viveu neste planeta nos últimos três anos em um local onde existia alguma forma de mídia, deve saber quem é Frodo. Acompanhe o raciocínio:
- ele está fazendo uma tarefa porque mandaram, não porque queria;
- havia outras pessoas muito melhores para fazer o mesmo serviço;
- ninguém explica direito o que ele precisa fazer;
- ele não se diverte;
- ele não recebeu nada em troca depois que terminou.
Caramba, ele é um ESTAGIÁRIO!
23.4.04
Era uma vez um frango
Estava lembrando que, da última vez que minha irmã esteve aqui, a gente levou um frango assado pra passear.
Andamos com ele de metrô, de ônibus, a pé...
E no fim do dia, esquecemos o pobrezinho na casa de um conhecido. Diacho.
Liguei pra lá e perguntei do frango assado.
"Já era", foi a resposta.
Tão me devendo um frango. Qualquer hora eu cobro.
Estava lembrando que, da última vez que minha irmã esteve aqui, a gente levou um frango assado pra passear.
Andamos com ele de metrô, de ônibus, a pé...
E no fim do dia, esquecemos o pobrezinho na casa de um conhecido. Diacho.
Liguei pra lá e perguntei do frango assado.
"Já era", foi a resposta.
Tão me devendo um frango. Qualquer hora eu cobro.
Duas coisas relacionadas a $$
Já aprendi duas coisas trabalhando com finanças.
1.º: Títulos de capitalização não valema a pena. Não compre, e, se já comprou, venda.
2.º: Por nada neste mundo deixe seu nome cair no SPC/Serasa. Se caiu, regularize o quanto antes. Deixar pra depois vai dar uma dor de cabeça do cão.
Post de semi-inutilidade, mas eu tinha que dar o recado.
Já aprendi duas coisas trabalhando com finanças.
1.º: Títulos de capitalização não valema a pena. Não compre, e, se já comprou, venda.
2.º: Por nada neste mundo deixe seu nome cair no SPC/Serasa. Se caiu, regularize o quanto antes. Deixar pra depois vai dar uma dor de cabeça do cão.
Post de semi-inutilidade, mas eu tinha que dar o recado.
20.4.04
SAC
Na próxima pesquisa de satisfação profissional da empresa, vou sugerir a construção de uma sala com chão acolchoado, cheia de almofadas e uns edredonzinhos, onde toque Enya o dia todo.
Seria um bom lugar pra cair dura e tirar um cochilo nesses dias onde as pessoas acham que você consegue atender 5 telefones ao mesmo tempo.
Na próxima pesquisa de satisfação profissional da empresa, vou sugerir a construção de uma sala com chão acolchoado, cheia de almofadas e uns edredonzinhos, onde toque Enya o dia todo.
Seria um bom lugar pra cair dura e tirar um cochilo nesses dias onde as pessoas acham que você consegue atender 5 telefones ao mesmo tempo.
17.4.04
Se combinasse, não dava tão certo
Ontem liguei para uma associação, por causa de uma matéria que estava fazendo.
- Alô, eu precisava falar com alguém que me explicasse sobre tal e tal assunto.
- Vou transferir para a assessoria de imprensa.
Tiru riru ri ruriru ruuuu (Toca o "purilise")
- Alô, boa tarde, aqui é a Ana Paula, repórter. Eu gostaria de falar com alguém sobre tal e tal assunto.
- Certo, vou ver quem pode ajudar.
- Obrigada, ... Como é o seu nome?
- Camila.
- Ah, que interessante. Você fala de um jeito muito parecido com uma amiga minha, e ela também se chama Camila.
- ANA PAULA????
- CAMILA????
Pois a assessora do lugar não era a Camila, que sentou do meu lado durante três meses no curso aqui em SP? Eu não sabia q ela estava lá e ela não sabia q eu estava nessa sessão aqui. Se combinássemos, nunca acertaríamos nos ajudar em uma reportagem...
Ontem liguei para uma associação, por causa de uma matéria que estava fazendo.
- Alô, eu precisava falar com alguém que me explicasse sobre tal e tal assunto.
- Vou transferir para a assessoria de imprensa.
Tiru riru ri ruriru ruuuu (Toca o "purilise")
- Alô, boa tarde, aqui é a Ana Paula, repórter. Eu gostaria de falar com alguém sobre tal e tal assunto.
- Certo, vou ver quem pode ajudar.
- Obrigada, ... Como é o seu nome?
- Camila.
- Ah, que interessante. Você fala de um jeito muito parecido com uma amiga minha, e ela também se chama Camila.
- ANA PAULA????
- CAMILA????
Pois a assessora do lugar não era a Camila, que sentou do meu lado durante três meses no curso aqui em SP? Eu não sabia q ela estava lá e ela não sabia q eu estava nessa sessão aqui. Se combinássemos, nunca acertaríamos nos ajudar em uma reportagem...
14.4.04
Parece aquela piada do muro da Argentina...
História contada por um amigo meu, que cedeu os direitos para reproduzi-la aqui no blog, este meio de comunicação de alcance global.
Estava ele num banheiro do shopping Eldorado quando entram dois seguranças, daqueles bem MIB e cara de mau. O papo dos dois:
- Pô, cê viu aquela história do Rio?
- Pô, vi, cara. Tá uma bagunça aquilo lá.
- Pois é. Não sei se tem jeito não, cara.
- Tem não, né?
- Viu que tavam até querendo fazer um muro em volta das favela?
- Vi, cara, mas não vai resolvê não.
- Não, né?
- Não, cara. Na China tem aquele baita murão e nunca resolveu...
História contada por um amigo meu, que cedeu os direitos para reproduzi-la aqui no blog, este meio de comunicação de alcance global.
Estava ele num banheiro do shopping Eldorado quando entram dois seguranças, daqueles bem MIB e cara de mau. O papo dos dois:
- Pô, cê viu aquela história do Rio?
- Pô, vi, cara. Tá uma bagunça aquilo lá.
- Pois é. Não sei se tem jeito não, cara.
- Tem não, né?
- Viu que tavam até querendo fazer um muro em volta das favela?
- Vi, cara, mas não vai resolvê não.
- Não, né?
- Não, cara. Na China tem aquele baita murão e nunca resolveu...
8.4.04
2.4.04
Perdoai-o, Senhor. Mel Gibson não sabe o que faz
Assisti o tão falado "A Paixão de Cristo". Disseram que o filme é anti-semita, anti-cristão, falaram um monte. Eu achei que é apenas anti-bom-senso.
E por quê? Porque é de uma crueldade tão desmedida que se torna difícil dar uma opinião sensata. Parece que aquelas cenas embotam o senso crítico. Mas vamos tentar...
Semana passada eu assisti Laranja Mecânica. É violento pra burro, tem cenas horrorosas, nojentas e chocantes. Mas ele foi um filme inovador, que rompeu com as tendências anteriores, pra usar uma linguagem acadêmica. Recentemente, Pulp Fiction teve um efeito bem parecido. Ou seja, a violência tinha um propósito.
Mas hoje, que já se usa violência em filmes (lembram do início do Soldado Ryan?), não entendo por que mostrar duas horas e vinte de sofrimento ininterrupto. Será que essa longa duração é a inovação deste filme? Será que estou sendo quadrada, como o foram os críticos de Laranja Mecânica no passado?
O Soldado Ryan teve uma sequência longa de violência (eram 50 minutos, acho). Mas havia uma história ALÉM daquilo. Mostrou-se o horror e o que acontecia além dele. Na Paixão, o horror É a história.
O que me passou pela cabeça, assim que saí do cinema, foi uma idéia muito simples. "Ok, sempre disseram que o Cristo sofreu por nós. Quiseram mostrar isso."
Se esse foi mesmo o propósito do filme, bato palmas. Foi atingido com sucesso. Mas, me perdoem a frase que parece um trocadilho, pelo amor de Deus! Dá pra pagar uns bons pecados vendo esse filme!
Bom, deixando a violência pra lá, falemos do resto. Fiquei curiosa pra saber se aramaico antigo era uma língua arrastada mesmo ou se os atores que tiveram dificuldade em falar daquele jeito. As pessoas mais bonitas do filme eram a Maria Madalena (Monica Belucci, queriam o quê?) e o Demo, que não sei quem era o ator. Mas a atuação que mais gostei foi a da Maria. Nossa, essas fz umas expressões muito convincentes. Achei muito bom.
E teve uma cena que gostei. Num momento, quando o Cristo está no pé do Calvário, uma mulher se aproxima e tenta lhe dar um copo de água. Na hora não me vinha à cabeça quem era ela, apesar de eu lembrar que num daqueles quadros de lateral de igreja ela aparece sempre. Aliás, todos aqueles 13 quadrinhos estão no filme.
Pois não lembrei até que uma hora ela enxuga o rosto de Jesus com um paninho. Quando ela se levanta, dá pra ver o contorno do rosto dele no pano. Aí, resolveu-se a história... A mulher era Verônica, cujo manto teria guardado para sempre a feição de Jesus. Alguém sabe se esse pano supostamente existe e está em algum lugar, tipo museu do Vaticano?
Beeeeeem resumidament, era isso. Mas sabem, eu gostei de ter visto. Se não, teria ficado curiosa o resto da vida.
Assisti o tão falado "A Paixão de Cristo". Disseram que o filme é anti-semita, anti-cristão, falaram um monte. Eu achei que é apenas anti-bom-senso.
E por quê? Porque é de uma crueldade tão desmedida que se torna difícil dar uma opinião sensata. Parece que aquelas cenas embotam o senso crítico. Mas vamos tentar...
Semana passada eu assisti Laranja Mecânica. É violento pra burro, tem cenas horrorosas, nojentas e chocantes. Mas ele foi um filme inovador, que rompeu com as tendências anteriores, pra usar uma linguagem acadêmica. Recentemente, Pulp Fiction teve um efeito bem parecido. Ou seja, a violência tinha um propósito.
Mas hoje, que já se usa violência em filmes (lembram do início do Soldado Ryan?), não entendo por que mostrar duas horas e vinte de sofrimento ininterrupto. Será que essa longa duração é a inovação deste filme? Será que estou sendo quadrada, como o foram os críticos de Laranja Mecânica no passado?
O Soldado Ryan teve uma sequência longa de violência (eram 50 minutos, acho). Mas havia uma história ALÉM daquilo. Mostrou-se o horror e o que acontecia além dele. Na Paixão, o horror É a história.
O que me passou pela cabeça, assim que saí do cinema, foi uma idéia muito simples. "Ok, sempre disseram que o Cristo sofreu por nós. Quiseram mostrar isso."
Se esse foi mesmo o propósito do filme, bato palmas. Foi atingido com sucesso. Mas, me perdoem a frase que parece um trocadilho, pelo amor de Deus! Dá pra pagar uns bons pecados vendo esse filme!
Bom, deixando a violência pra lá, falemos do resto. Fiquei curiosa pra saber se aramaico antigo era uma língua arrastada mesmo ou se os atores que tiveram dificuldade em falar daquele jeito. As pessoas mais bonitas do filme eram a Maria Madalena (Monica Belucci, queriam o quê?) e o Demo, que não sei quem era o ator. Mas a atuação que mais gostei foi a da Maria. Nossa, essas fz umas expressões muito convincentes. Achei muito bom.
E teve uma cena que gostei. Num momento, quando o Cristo está no pé do Calvário, uma mulher se aproxima e tenta lhe dar um copo de água. Na hora não me vinha à cabeça quem era ela, apesar de eu lembrar que num daqueles quadros de lateral de igreja ela aparece sempre. Aliás, todos aqueles 13 quadrinhos estão no filme.
Pois não lembrei até que uma hora ela enxuga o rosto de Jesus com um paninho. Quando ela se levanta, dá pra ver o contorno do rosto dele no pano. Aí, resolveu-se a história... A mulher era Verônica, cujo manto teria guardado para sempre a feição de Jesus. Alguém sabe se esse pano supostamente existe e está em algum lugar, tipo museu do Vaticano?
Beeeeeem resumidament, era isso. Mas sabem, eu gostei de ter visto. Se não, teria ficado curiosa o resto da vida.
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